Banco Master.

Zema divulga vídeo sobre escândalo do Banco Master que mostra 'fantoches' de Gilmar Mendes e Dias Toffoli

Vídeo de Zema Critica Ministros do STF em Escândalo do Banco Master

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, lançou um vídeo satírico nas redes sociais, no qual compara ministros do STF a fantoches, no contexto do escândalo envolvendo o Banco Master. A produção critica a recente decisão de Gilmar Mendes de anular a quebra de sigilo de uma empresa vinculada a Dias Toffoli, insinuando possíveis fraudes fiscais. A manifestação do governador, alinhada com a ala bolsonarista, ressalta a percepção de impunidade entre figuras políticas.

Na peça, Zema apresenta o personagem que representa Toffoli fazendo comentários irônicos sobre o suposto recebimento de valores do Banco Master, além de uma viagem em jatinho, aludindo a um voo do ministro com o advogado de Daniel Vorcaro pouco antes da imposição de "sigilo máximo" sobre a investigação das fraudes. O fantoche de Gilmar Mendes também menciona que poderia reverter a decisão da CPMI, utilizando o argumento de "desvio de finalidade", que foi utilizado pelo ministro em sua determinação.

O vídeo faz alucinações a movimentações financeiras suspeitas e sugere conexões com lavagem de dinheiro e o PCC. O personagem de Gilmar, em troca da anulação, pede "uma cortesia" no resort Tayayá, anteriormente de propriedade de irmãos de Toffoli.

Mais cedo, Zema participou de uma manifestação bolsonarista na Avenida Paulista, em São Paulo, onde criticou os implicados no escândalo do banco. Organizado pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), o ato teve como lema "Fora Lula, fora Moraes, fora Toffoli".

— O Brasil não aguenta mais essa farra dos intocáveis, daqueles que se acham acima das leis em Brasília. Não vamos nos curvar, não permitiremos que esses absurdos continuem. Estaremos aqui quantas vezes forem necessárias — afirmou o governador.

Zema já havia utilizado o mesmo termo para descrever os supostos envolvidos no esquema em outro vídeo, que segue o estilo viral dos conteúdos de Nikolas durante a crise do Pix no ano anterior.


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