Votação que quebrou sigilos de Lulinha foi legítima, diz presidente de CPMI
Legitimidade da Votação que Quebrou Sigilos de Lulinha é Defendida pelo Presidente da CPMI
O presidente da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) que investiga fraudes no INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou na última segunda-feira (2) que a votação que autorizou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foi realizada de maneira legítima.
“Não houve nenhum erro na votação, está muito claro que seguimos o Regimento o tempo inteiro”, declarou o parlamentar.
Na quinta-feira (26), após o resultado ser proclamado, a sala ficou agitada, com parlamentares do governo questionando a contagem e o método de votação.
O presidente da comissão explicou que a votação em bloco foi solicitada pelo próprio governo, com base nas normas regimentais, e que a verificação de quórum foi feita através do painel eletrônico de presença, com o registro de 31 parlamentares.
O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) apresentou uma questão de ordem pedindo à presidência da CPMI a anulação do resultado. Nesta segunda-feira, ele informou que formalizou um comunicado à Mesa Diretora “a respeito da fraude”.
“As imagens, as fotos oficiais, bem como a declaração assinada, são provas inequívocas de que ocorreu uma fraude. Houve uma decisão de fraudar a decisão. Não foi erro, fraudaram, por má-fé, por opção do presidente”, concluiu Pimenta.
← Voltar para as notícias