Veneziano Vital do Rêgo

Veneziano destaca investimentos na Universidade de Campina Grande (PB)

Veneziano anuncia investimentos na Universidade Federal de Campina Grande

Da Agência Senado | 08/12/2025, 16h18

Em um discurso no Plenário nesta segunda-feira (8), o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) destacou que a Universidade Federal de Campina Grande receberá um novo complexo esportivo, financiado pelo PAC. O investimento de R$ 28 milhões foi garantido após negociações com o Ministério da Educação e visa substituir o ginásio que desabou em 2020. O senador mencionou que o projeto desenvolvido pela universidade ampliou a proposta inicial e foi integrado ao planejamento federal.

Veneziano ressaltou que essa iniciativa beneficiará milhares de alunos e elogiou a importância acadêmica da instituição. Em uma segunda parte de seu discurso, ele apresentou informações divulgadas pelo ministro Fernando Haddad durante uma reunião do Conselho de Desenvolvimento.

— Em 2023, apresentamos ao ministro da Educação, Camilo Santana, nosso pedido para a construção de um novo ginásio. No entanto, a equipe da Universidade Federal de Campina Grande não apenas elaborou um projeto para um ginásio, mas uma proposta mais ousada, orçada em R$ 28 milhões. Tivemos a satisfação de assinar a ordem de serviço desse complexo, que será um espaço multifuncional para milhares de estudantes e acadêmicos da nossa universidade, um dos nossos maiores patrimônios — afirmou.

O senador também mencionou dados econômicos apresentados pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante uma reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável (CDESS). De acordo com ele, o governo projeta um crescimento médio de 2,8% até 2026 e uma taxa de desemprego de 6,6%. Além disso, destacou a redução da informalidade e o aumento do rendimento médio para R$ 3.507.

— O governo do presidente Lula terá o maior crescimento médio, resultado de várias políticas implementadas ao longo do mandato. Este será o maior crescimento desde Fernando Henrique Cardoso. Em 2026, alcançaremos uma média de 2,8%, ficando atrás apenas do próprio Lula 2, que foi de 4,6%. Esses foram alguns dos primeiros dados apresentados. O crescimento robusto impulsionou o mercado de trabalho, resultando na menor taxa de desemprego, projetada em 6,6% para 2026. Essa redução da informalidade também é significativa. Ao final de 2025, teremos uma taxa de informalidade de 14,7%, acompanhada de uma política de valorização do salário mínimo — concluiu.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)


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