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Vale a pena ver “Pânico 7”? Confira as avalições da crítica especializada

Vale a pena ver “Pânico 7”? Confira as avaliações da crítica especializada

A sétima sequência da franquia "Pânico" chega às telonas nesta quinta-feira, 26, trazendo um novo enredo centrado em Sidney Prescott (Neve Campbell), que há três décadas é assombrada pelo assassino Ghostface.

Desde 1996, a série explorou diversos enredos, incluindo a introdução de familiares da protagonista e novos cenários. Nos dois filmes mais recentes, a trama se concentrou nas irmãs Tara (Jenna Ortega) e Sam Carpenter (Melissa Barrera). Agora, o foco retorna a Sidney e sua filha Tatum, que se tornam alvos de um novo assassino. Mas será que vale a pena comprar o ingresso?

Fãs da franquia já manifestaram um boicote à nova sequência, enquanto o ex-diretor revelou o verdadeiro motivo de sua saída.

Para entender melhor a recepção do filme, reunimos as avaliações da crítica internacional publicadas em revistas e no agregador de notas Rotten Tomatoes.

Frank Schek, do The Hollywood Reporter, destaca que a franquia se beneficia do retorno de Neve Campbell, cuja ausência foi intensamente sentida no filme anterior. Ele menciona uma cena em que Gale Weathers (Courteney Cox) diz a Sidney: "Sentimos sua falta em Nova York, não é a mesma coisa sem você". Schek observa ainda que a produção incorpora a tecnologia moderna, com a inteligência artificial desempenhando um papel central.

Ele também critica a falta de originalidade nos diálogos e a coreografia das mortes, afirmando que a narrativa apresenta um ar mecânico, tornando "Pânico 7" uma experiência arrastada.

A importância de Campbell para a franquia é reforçada por Pete Hammond, do Deadline, que considera a atriz essencial e elogia seu desempenho ao lidar com a maldição do Ghostface. Ele ainda menciona o retorno de Kevin Williamson, criador da franquia, como roteirista em 2026.

Owen Gileberman, da Variety, critica a tentativa de complexidade no roteiro, afirmando que, embora o filme busque seduzir, acaba sendo básico. No entanto, ele reconhece que os sustos e risadas são suficientes para manter o público nas salas de cinema.

Kristy Puchko, da Mashable, elogia "Pânico 7" como um retorno à boa forma, destacando a química entre o elenco jovem e os veteranos, que trazem um "alívio cômico" e uma "energia irreprimível". Ela acredita que essa leveza contrasta intensamente com as cenas de morte, tornando-as ainda mais impactantes.

Por outro lado, Benjamin Lee, do The Guardian, critica a incapacidade de Williamson em repetir o sucesso de 1996, afirmando que os novos personagens não conseguem se destacar. Embora o tom leve e a energia contagiante estejam presentes, ele pondera que o equilíbrio entre o novo e o antigo se perde, apesar de Campbell e Cox terem mais espaço para brilhar.


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