infonet SE UFS cria enxerto pioneiro e acessível para reconstruir cascos de jabutis

UFS cria enxerto pioneiro e acessível para reconstruir cascos de jabutis

UFS cria enxerto pioneiro e acessível para reconstruir cascos de jabutis

A Universidade Federal de Sergipe (UFS) tem implementado uma técnica de enxerto de cascos de jabutis, com o objetivo de oferecer uma alternativa mais acessível e eficiente para o tratamento de lesões em animais silvestres. Este procedimento é considerado pioneiro e tem mostrado resultados promissores em termos de custos reduzidos e aumento na recuperação de pacientes.

O enxerto envolve a utilização de placas sintéticas flexíveis e atóxicas, que podem ser ajustadas ao crescimento do animal. Essas placas são fabricadas com materiais de baixo custo e baixo impacto ambiental, tornando-as uma escolha atraente para a comunidade veterinária.

"Essa tecnologia é uma revolução na medicina veterinária, pois oferece uma alternativa mais acessível e eficiente para o tratamento de lesões em animais silvestres", destacou Victor Fernando Santana, médico veterinário e professor do Departamento de Medicina Veterinária da UFS.

Além dos custos reduzidos, o enxerto também apresenta outros benefícios, como a flexibilidade e a resistência do material ao dano físico. Isso permite que o animal cresça livremente sem a necessidade de intervenção frequentes, o que ajuda a reduzir o estresse e a dor do animal.

"O uso dessas placas permite proteger a carapaça danificada e evitar infecções secundárias. Com as pesquisas que estamos desenvolvendo, pretendemos também incluir medicamentos nessas placas para auxiliar e potencializar ainda mais a regeneração do casco", acrescentou Victor Fernando.

A equipe da UFS também destacou que o enxerto pode ser realizado em parceria com outras instituições, o que ajuda a compartilhar os custos e a reduzir os custos para a comunidade.

"Já estamos trabalhando em parcerias com outras instituições para compartilhar os custos e reduzir os custos para a comunidade", disse Victor Fernando.

A Universidade Federal de Sergipe é uma das primeiras instituições a implementar essa técnica, e acredita que elas podem ter um impacto significativo na medicina veterinária do estado.

"A UFS tem um compromisso de melhorar a qualidade de vida dos animais, e essa tecnologia é uma das ferramentas que podemos usar para alcançar esse objetivo", destacou Victor Fernando.

A Universidade Federal de Sergipe espera continuar a desenvolver e aperfeiçoar essa técnica, com o objetivo de oferecer uma alternativa mais acessível e eficiente para o tratamento de lesões em animais silvestres.

"Estamos comprometidos em continuar a desenvolver e aperfeiçoar essa tecnologia, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos animais", disse Victor Fernando.

Com essa tecnologia, a Universidade Federal de Sergipe espera aumentar a acessibilidade e a eficácia do tratamento de lesões em animais silvestres, e contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos animais.


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