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TJSC apresenta mulheres que abriram caminhos na luta por justiça, voz e igualdade

TJSC apresenta mulheres que abriram caminhos na luta por justiça, voz e igualdade

TJSC apresenta mulheres que abriram caminhos na luta por justiça, voz e igualdade - Imprensa - Poder Judiciário de Santa Catarina

Série resgata ações do século 19 em que mulheres conquistaram direitos no Judiciário

O Núcleo de Comunicação Institucional (NCI) do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) dá início, nesta semana do Dia Internacional da Mulher, à publicação de histórias preservadas na trajetória secular do Judiciário catarinense. São relatos de mulheres que, muito antes de terem direitos reconhecidos, procuraram a Justiça para reivindicar voz, espaço, respeito e igualdade em uma sociedade profundamente patriarcal.

Saber que a luta feminina é uma luta pela liberdade e pela igualdade, a história do Judiciário catarinense é marcada por uma série de casos que reforçam esses valores. Um deles é o caso de Josephina Ritta de Cassia, que, em 1880, recorreu ao sistema judicial para garantir sua sobrevivência e a proteção de seu patrimônio.

Josephina Ritta de Cassia: uma mulher que lutou pelos direitos

Josephina Ritta de Cassia foi uma mulher catarinense que lutou por direitos sociais e políticos desde o início do século 19. Em 30 de abril de 1880, ela entrou com um pedido de interdição contra seu marido, José Caetano Pereira, por “prodigalidade”, porque o marido consumia, na bebedeira, todos os bens da família.

“Josephina foi uma mulher capaz que não se deixou intimidar pelos recursos da sociedade, como muitas outras, e que fez de sua própria história uma forma de resistência à repressão patriarcal”, explica a historiadora Maria Eduarda Costa Foschi Martins.

A história de Josephina é um exemplo de como as mulheres catarinenses lutaram por direitos, mesmo em um contexto de grande desigualdade e opressão. Ela conseguiu garantir sua sobrevivência e proteção, mas não conseguiu obter os direitos que lhe era concedido pela lei.

O caso de Josephina é um lembrete de que a luta feminina é uma luta pela liberdade e pela igualdade. Eles são relatos de mulheres que, muito antes de terem direitos reconhecidos, procuraram a Justiça para reivindicar voz, espaço, respeito e igualdade em uma sociedade profundamente patriarcal.

Mesmo que Josephina tenha sido reprimida por sua própria história, seu caso é um exemplo de como as mulheres catarinenses lutaram por direitos e inspiraram outros a seguir em sua frente.

Veja o caso de Margarida e Joanna, outras mulheres que abriram caminhos na luta por justiça e igualdade.


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