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TJPR recebe selo diamante do prêmio CNJ de qualidade pelo segundo ano consecutivo

TJPR recebe selo diamante do prêmio CNJ de qualidade pelo segundo ano consecutivo

Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) recebe o Selo Diamante do Prêmio de Qualidade do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) durante o 19º Encontro Nacional do Poder Judiciário em Florianópolis, SC.

O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) também recebeu o selo, transformando o Paraná em um estado com diamante duplo.

A premiação é dividida em quatro eixos principais: governança; produtividade; transparência; e dados e tecnologia. A edição de 2025 está regulamentada pela Portaria CNJ nº 411, de 2 de dezembro de 2024, que definiu o sistema de pontuação, estruturado a partir das políticas judiciárias.

O Prêmio CNJ de Qualidade é considerado um importante instrumento de valorização da boa governança, da gestão estratégica, da inovação e da transparência no Poder Judiciário.

O encontro reuniu, nos dias 1º e 2 de dezembro, presidentes e corregedores dos tribunais, responsáveis pela área de Gestão Estratégica e servidores da área de estatística para traçar estratégias do Judiciário e aprovar as metas nacionais para o ano de 2026.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Edson Fachin, abriu o evento destacando o papel do Judiciário na manutenção da paz, na inclusão social e na defesa do Estado Democrático de Direito.

"Ao Judiciário cabe proteger direitos fundamentais, resguardar a democracia constitucional e assegurar uma Justiça eficiente", afirmou o ministro.

O presidente do CNJ ainda destacou os eixos fundamentais que devem conduzir as ações da instituição nos próximos dois anos: promoção da justiça, segurança jurídica e eficiência; fortalecimento da estrutura, inovação e transparência.

Durante o encontro, ainda foram divulgados as metas nacionais do Judiciário para 2026 e os macrodesafios para o período 2027-2032, grandes temas que direcionam a atuação sistêmica dos tribunais e conselhos para o aprimoramento da justiça.

As dez metas nacionais estabelecidas para o Poder Judiciário para 2026 foram:

1. Julgar mais processos do que os processos distribuídos;
2. Julgar processos mais antigos;
3. Priorizar o julgamento dos processos relativos aos crimes contra a administração pública, à improbidade administrativa e aos ilícitos eleitorais;
4. Reduzir a taxa de congestionamento;
5. Priorizar o julgamento das ações ambientais;
6. Priorizar o julgamento dos processos relacionados a indígenas, quilombolas e crimes de racismo e injúria racial;
7. Priorizar o julgamento dos processos relacionados ao feminicídio e à violência doméstica e familiar contra as mulheres;
8. Priorizar o julgamento dos processos relacionados ao crime de corrupção;
9. Estimular a inovação no Poder Judiciário;
10. Promover os direitos da criança e do adolescente.


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