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Taxa de informalidade cai no mercado de trabalho, mostra IBGE

Taxa de informalidade cai no mercado de trabalho, mostra IBGE

O número de trabalhadores informais no Brasil diminuiu em 2025-2026, com 38,5 milhões de pessoas, o menor patamar desde julho de 2020. A tendência é de melhoria da qualidade do emprego, com a formalização dos trabalhadores por conta própria e a diminuição da informalidade.

A redução é atribuída à queda de empregos sem carteira e à maior formalização de trabalhadores por conta própria. No entanto, a tendência de queda é mais pronunciada nos setores de Informação, Comunicação e Serviços Públicos, onde as empresas têm sido as que mais cresceram em 2025-2026.

De acordo com a coordenadora da Pnad Contínua, Adriana Beringuy, a informalidade no Brasil registrou o menor índice desde julho de 2020, atingindo 37,5%. A redução da informalidade é atribuída à associação da retração da taxa com a tendência de queda do emprego sem carteira no setor privado, além da expansão da cobertura de registro no CNPJ dos trabalhadores por conta própria.

A estabilidade no mercado de trabalho é devido à presença de trabalhadores por conta própria, que têm sido a maior forma de inserção na ocupação, apesar de estarem em alta na comparação anual. No entanto, a tendência de queda é mais pronunciada nos setores de Informação, Comunicação e Serviços Públicos, onde as empresas têm sido as que mais cresceram em 2025-2026.

A Pnad Contínua é a principal pesquisa sobre a força de trabalho do Brasil e abrange 211 mil domicílios espalhados por 3.500 municípios visitados a cada trimestre. A pesquisa é realizada por cerca de 2 mil entrevistadores e é divulgada a cada trimestre.

O IBGE também divulgou os dados sobre a estabilidade do mercado de trabalho, com a menor taxa de informalidade no emprego desde julho de 2020.


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