Tarcísio de Freitas Tarcísio defende que governo Trump classifique PCC e Comando Vermelho como terroristas

Tarcísio defende que governo Trump classifique PCC e Comando Vermelho como terroristas

Tarcísio defende que governo Trump classifique PCC e Comando Vermelho como terroristas

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) defendeu na quarta-feira a possibilidade de os Estados Unidos classificarem as facções criminosas PCC e CV como organizações terroristas, argumentando que essas organizações são uma ameaça à segurança regional devido ao seu envolvimento com o tráfico de drogas, a violência e o crime transnacional.

"A gente enxerga isso como uma oportunidade", disse Tarcísio. "A partir do momento que um governo como o dos Estados Unidos encara o PCC como organização terrerorista, e é de fato o que eles são, fica mais fácil, fica aberta a cooperação para que a gente possa integrar inteligência, para que a gente possa trazer recursos financeiros, para que a gente possa fazer um combate ainda mais efetivo".

A frase foi dita a jornalistas durante um evento no centro de controle operacional do Metrô, onde Tarcísio também defendeu a possibilidade de a Gestão Donald Trump considerar as facções brasileiras como ameaças significativas à segurança regional.

"Também é uma oportunidade", ressaltou Tarcísio. "A partir do momento que um governo como o dos Estados Unidos encara o PCC como organização terrerorista, e é de fato o que eles são, fica mais fácil, fica aberta a cooperação para que a gente possa integrar inteligência, para que a gente possa trazer recursos financeiros, para que a gente possa fazer um combate ainda mais efetivo".

A definição do que é terrorismo varia em cada país, e a versão mais aceita é a que classifica as organizações criminosas como aquelas que realizam atos violentos deliberados contra civis, intimidando a população ou o governo, normalmente em associação a uma causa política ou religiosa.

O presidente Lula (PT) se dedica a reuniões em busca de uma alternativa à proposta americana, que, segundo aliados do petista, abriria brecha legal para intervenções dos EUA em território brasileiro.

A criação de uma cooperação na área do crime organizado é uma opção oferecida pelo Brasil, mas o governo Trump, porém, avalia que isso não é suficiente e que Lula atua para proteger as facções, segundo um conselheiro do presidente americano disse à Folha.

A discussão nos EUA sobre designar as duas organizações como terroristas ocorre desde o ano passado, e uma ala no Departamento de Estado, órgão análogo ao Ministério das Relações Exteriores, defende dar essa classificação aos dois grupos, como outros grupos da América Latina, como o Cartel de Jalisco, no México.

O governo Trump também defende a possibilidade de as facções brasileiras serem consideradas ameaças significativas à segurança regional devido ao seu envolvimento com o tráfico de drogas, a violência e o crime transnacional.

Empresas de cartão de crédito dos EUA são críticas da ferramenta de pagamento desenvolvido pelo Banco Central, e a gestão Trump também defende a possibilidade de a criação de uma cooperação na área do crime organizado para combater o tráfico de drogas e a violência.

As opções oferecidas pelo Brasil para combater o crime organizado incluem a criação de uma cooperação na área do crime organizado e a integração de inteligência com as forças armadas dos EUA.


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