Spotify revela as 100 maiores músicas pop da era dos streamings
O Spotify apresentou, nesta terça-feira, 24 de outubro, um ranking das 100 maiores músicas pop da "era dos streamings", com faixas lançadas entre 2015 e os dias atuais.
Em primeiro lugar, está a artista Olivia Rodrigo com "Drivers License". Logo em seguida, na segunda posição, aparece "Pink Pony Club", de Chappell Roan, e em terceiro, "Cruel Summer", de Taylor Swift.
O ranking também destaca grandes nomes do pop internacional, como Justin Bieber, Dua Lipa, Lorde, Ariana Grande e Billie Eilish.
As 15 primeiras músicas da lista são:
1. Drivers License - Olivia Rodrigo (2021)
2. Pink Pony Club - Chappell Roan (2020)
3. Cruel Summer - Taylor Swift (2019)
4. Don't Start Now - Dua Lipa (2019)
5. Run Away With Me - Carly Rae Jepsen (2015)
6. Sorry - Justin Bieber (2015)
7. One Dance - Drake, Wizkid e Kyla (2016)
8. Birds of a Feather - Billie Eilish (2024)
9. no tears to cry - Ariana Grande (2018)
10. Good Luck, Babe! - Chappell Roan (2024)
11. Can't Feel My Face - The Weeknd (2015)
12. Sunflower (Spider-Man: Into the Spider-Verse) - Post Malone e Swae Lee (2018)
13. ocean eyes - Billie Eilish (2016)
14. Delicate - Taylor Swift (2017)
A seleção faz parte do projeto Spotify Classics, que visa destacar álbuns e músicas com influência duradoura, além do sucesso passageiro.
A curadoria foi realizada por um time global de editores do Spotify, que analisou milhares de faixas com base em critérios como impacto cultural, musicalidade, narrativa artística e relevância ao longo do tempo.
O Spotify comentou que a música pop sempre foi uma força dominante, mas o streaming permitiu que ela se tornasse um espaço de expressão artística, além de mero sucesso comercial. "Antes medida apenas pela popularidade, a cena agora abraça novas influências e estilos, mantendo-se ancorada nos sons pop", afirmou a plataforma. O pop, segundo o Spotify, é um gênero que, embora próprio, também reflete influências de toda a cultura musical de forma acessível e reconhecível.
A lista é uma oportunidade de celebrar o pop como um espaço distinto dos hits, unidos por qualidades sonoras compartilhadas em vez de apelo massivo.
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