olhardigital Reino Unido pressiona big techs para impedir acesso de crianças

Reino Unido pressiona big techs para impedir acesso de crianças

Reino Unido pressiona big techs para impedir acesso de crianças a serviços de redes sociais

O Reino Unido pressionou grandes plataformas de redes sociais a reforçar medidas para impedir o acesso de crianças a seus serviços, exigindo que as empresas implementassem medidas concretas para reforçar a verificação de idade em seus serviços até 30 de abril de 2024.

A cobrança foi feita pela Ofcom, reguladora de comunicações do Reino Unido, e pelo Information Commissioner’s Office (ICO), órgão responsável pela proteção de dados no país, que afirmaram que as empresas não estavam cumprindo adequadamente suas próprias regras de idade mínima.

As advertências foram emitidas para empresas como Meta, TikTok, Snap e YouTube, que, segundo as autoridades, não estariam cumprindo adequadamente as exigências.

A Ofcom afirmou que as empresas devem reforçar verificação de idade para crianças, impedir o contato de estranhos com crianças, tornar transmissões ao vivo mais seguras e interromper testes de novos produtos envolvendo menores de idade.

O Reino Unido também pressionou as plataformas para fornecer informações sobre como as crianças podem proteger seus dados online e como elas podem identificar possíveis ameaças online.

A diretor-executiva da Ofcom, Melanie Dawes, afirmou que as empresas já possuem recursos tecnológicos suficientes para cumprir essa exigência, mas que é necessário que elas implementem as medidas concretas.

As empresas respondidas afirmaram que estão trabalhando para implementar as medidas necessárias, mas que ainda há muito a ser feito para garantir a segurança das crianças online.

O Reino Unido também pressionou as plataformas a adotar restrições mais rígidas ao uso de redes sociais por menores de 16 anos, uma iniciativa semelhante à adotada pela Austrália.

O governo britânico também afirmou que está avaliando a possibilidade de proibir o acesso de adolescentes com menos de 16 anos às plataformas, uma medida que não tem sido implementada até agora.

Em resumo, o Reino Unido pressionou grandes plataformas de redes sociais a reforçar medidas para impedir o acesso de crianças a seus serviços e a implementar medidas concretas para garantir a segurança das crianças online.


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