conjur Recusar o uso de tornozeleira eletrônica desrespeita medida protetiva

Recusar o uso de tornozeleira eletrônica desrespeita medida protetiva

Recusar o uso de tornozeleira eletrônica desrespeita medida protetiva

A decisão de recusar o uso de tornozeleira eletrônica pode ser considerada um ato desrespeitoso da medida protetiva judicial adotada em um contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher, afirma o Superior Tribunal de Justiça (STJ).

A Lei Maria da Penha protege o direito à segurança

A Lei Maria da Penha é um marco legislativo que protege as vítimas de violência doméstica e familiar, garantindo-lhes a segurança e o direito à tutela jurisdicional. A medida protetiva adotada pelo STJ é uma das suas principais disposições.

A tornozeleira eletrônica é uma medida protetiva eficaz

A tornozeleira eletrônica é uma medida protetiva eficaz que permite a fiscalização e a monitoração do comportamento dos agressores, protegendo as vítimas de violência doméstica e familiar. A decisão do STJ de recusar o uso da tornozeleira eletrônica pode ser considerada um ato desrespeitoso dessa medida protetiva.

A decisão do STJ é ampla e abrangente

A decisão do STJ é ampla e abrangente, protegendo as vítimas de violência doméstica e familiar de qualquer forma de abuso. A medida protetiva adotada pelo STJ é uma das suas principais disposições e é fundamental para garantir a segurança e o direito à tutela jurisdicional.

O STJ reafirma a proteção às vítimas de violência doméstica e familiar

O STJ reafirma a proteção às vítimas de violência doméstica e familiar, reconhecendo que a decisão de recusar o uso da tornozeleira eletrônica pode ser considerada um ato desrespeitoso dessa medida protetiva.


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