Quem é o pai da influenciadora Duda Freire, preso por tráfico de drogas em Goiânia
Detalhes sobre o pai da influenciadora Duda Freire, preso por tráfico de drogas em Goiânia
Dyogo Hilario Tocafundo foi condenado a 5 anos de prisão por tráfico de drogas, atuando na modalidade 'delivery' em áreas nobres de Goiânia.
Em 27 de fevereiro de 2026, Dyogo, que é empresário e sócio de um restaurante na cidade, foi preso no Setor Marista devido a um mandado de prisão em aberto relacionado à sua condenação.
A Polícia Militar informou que ele realizava entregas de drogas em bairros de alta renda da capital. Embora tenha sido inicialmente absolvido, o Ministério Público recorreu da decisão, e o Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO) acolheu o recurso.
Dyogo, de 46 anos, é pai da influenciadora Duda Freire e, segundo a polícia, estava sob vigilância devido a comportamentos suspeitos que culminaram em sua prisão em 2023.
A defesa de Dyogo não foi localizada até a última atualização das informações.
Duda Freire é conhecida por sua amizade com Virginia Fonseca e possui quase 3 milhões de seguidores nas redes sociais, onde também atua como modelo.
Documentos do TJ-GO revelam que a operação policial que levou à condenação ocorreu em abril de 2023. Apesar de ter sido inicialmente absolvido, a condenação foi mantida após a análise do recurso do MP-GO.
Durante a investigação, policiais observaram Dyogo se deslocando repetidamente entre seu restaurante e sua motocicleta. Ele foi abordado enquanto realizava uma entrega a um usuário de drogas, o qual conseguiu escapar.
Na abordagem, a polícia encontrou cerca de R$ 3,5 mil e uma porção de cocaína com Dyogo. Ao procederem à sua residência, os agentes descobriram mais drogas, reforçando as suspeitas de tráfico.
Um dos depoimentos no processo o descreveu como um "traficante costumaz". Embora tenha negado as acusações, alegando que o dinheiro era para um depósito, inicialmente o juiz não viu elementos suficientes para a condenação.
No entanto, após o recurso do Ministério Público, foi reconhecido que as circunstâncias da abordagem eram suspeitas e que os depoimentos dos policiais eram válidos.
A decisão final resultou em uma pena de 5 anos e 10 meses de reclusão em regime fechado, além de 583 dias-multa no valor de 1/30 do salário-mínimo vigente na época do crime.
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