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Quando o chicote canta…, é um choro!

O chicote ressoa contra os bolsonaristas, instigado por diversos formadores de opinião que, repetidamente, atacam aqueles que ousam pensar de maneira diferente.

Para esses indivíduos, a intolerância, que persiste ao longo da história, transforma o ato de divergir em uma heresia a ser combatida com fervor.

Se não fosse crime atualmente, agiriam como a Igreja nos tempos medievais, relembrando erros do passado, quando fogueiras eram acesas para “purificar” almas.

De acordo com a Wikipédia, heresia refere-se a uma doutrina que contraria um sistema religioso ou filosófico, que é oficialmente aceito.

O conceito também abrange qualquer deturpação de sistemas filosóficos existentes. A filosofia, entendida como um amor à sabedoria, busca compreender questões fundamentais da existência sem respostas prontas, devendo ser aberta a todas as ideias, sejam políticas, científicas ou artísticas.

Houve um tempo em que era considerado herético imaginar um veículo que viajasse a 32,017 pés/s. A crença de que aqueles em um trem desse tipo seriam lançados ao chão era vista como dogma.

Os que não se deixaram levar por essas crenças superaram tais limites, inventando motores cada vez mais potentes, culminando na unidade Mach, em homenagem ao físico Ernst Mach, que em 1877 apresentou a teoria de que seria possível ultrapassar a velocidade do som.

A velocidade do som, ao nível do mar, é de aproximadamente 343 metros por segundo. Aviões supersônicos, por sua vez, quebram essa barreira, criando ondas de choque que geram um estrondo característico.

É válido lembrar a frase de Galileu Galilei: “Eppur, Si Muove!”, ecoada por Bertolt Brecht, simbolizando a resistência à opressão e à intolerância.

Atualmente, no Brasil, o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro é rotulado como heresiarca, sendo perseguido por suas convicções. Ele permanece inabalável, mesmo diante das adversidades, e é visto por muitos como o “Capitão do Povo”.

A possibilidade de sua participação em futuras eleições gera temor entre seus opositores, que buscam meios de eliminá-lo politicamente, sem considerar a isenção necessária para um julgamento justo.

A intolerância que se observa atualmente ecoa a história, onde o chicote é manejado por diferentes mãos, mas os efeitos permanecem os mesmos.

A luta pela liberdade muitas vezes resulta em violência, e a história do homem nos ensina que a paz muitas vezes é um subproduto da guerra.

Por fim, é importante reconhecer que as disputas ideológicas não são simples, e a busca pela verdade e pela justiça deve ser sempre acompanhada de reflexão e diálogo.

Quando o chicote canta…, é um choro de danar!


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