infomoney Qual valor está escondido na unidade de metais básicos da Vale (VALE3)?

Qual valor está escondido na unidade de metais básicos da Vale (VALE3)?

Qual valor está escondido na unidade de metais básicos da Vale (VALE3)?

12/03/2026 13h46

Atualizado 7 minutos atrás

A divisão de metais básicos (VBM) da Vale (VALE3) pode esconder um valor relevante ainda pouco refletido no preço da mineradora. Segundo avaliação do Bradesco BBI, o avanço de projetos de cobre em Carajás e a perspectiva de crescimento da produção nos próximos anos aumentam a visibilidade sobre a unidade.

De acordo com relatório, a Vale projeta elevar sua produção de cobre para patamares acima de 500 mil toneladas anuais nos próximos cinco anos, apoiadas em novos projetos e expansões na região de Carajás. Entre os destaques estão o projeto Bacaba, com entrada prevista para 2028, a expansão da planta de Salobo, estimada em 2029, e o projeto Alemão, previsto para entrar em operação em 2030.

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Esse crescimento orgânico também deve ampliar a exposição ao ouro como subproduto, com possibilidade de superar 700 mil onças, reforçando a diversificação da divisão de metais básicos.

Viva do lucro de grandes empresas

Na visão do Bradesco BBI, apesar do custo competitivo e da boa perspectiva de crescimento, a divisão ainda tem espaço para expansão do volume de reservas, hoje estimadas em 6,4 milhões de toneladas de cobre, o que implica vida útil menor do que a média global.

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Mesmo assim, a combinação entre preços mais elevados, maior escala e diluição de custos já elevou a participação da VBM no Ebitda consolidado para mais de 20% em 2025, com potencial de alcançar cerca de 30% em 2026, além de aproximadamente 25% da geração de caixa no mesmo horizonte.

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