PSD caminha para uma posição de independência na eleição
PSD avança para uma posição de independência nas eleições
Atualmente, a maioria dos membros do PSD acredita que o senador Sérgio Petecão não deve formar aliança com nenhum candidato ao governo, permitindo que os postulantes a deputado estadual apoiem quem desejarem para governador. As chances de uma parceria com o prefeito Tião Bocalom são praticamente nulas. Em declaração ao BLOG, Petecão afirmou que pretende libertar o partido. “Como um candidato independente, abro espaço para que meus apoiadores fiquem livres e abordarei minha candidatura de forma mais abrangente”, destacou. Ele ressaltou que a tendência no partido é pela formação do time Petecão Independente Futebol Clube.
Recentemente, surgiram várias especulações sobre a possível terceirização do Hospital de Brasiléia, com rumores de que a gestão privada resultaria em consultas pagas e demissões em massa. Contudo, a mudança não ocorrerá, o que significa que o hospital continuará sem especialistas em diversas áreas devido à baixa remuneração. Cada um faz suas escolhas.
O SAERB está enviando dívidas de consumidores para protesto, uma ação que pode prejudicar o prefeito Tião Bocalom, que está em plena campanha para o governo. A situação é ainda mais complicada pelo desgaste da RICO, que também recai sobre ele.
Bocalom viaja a Brasília para negociações com a direção nacional do PSDB, buscando disputar o governo pela sigla com a qual já foi filiado. Se não obtiver sucesso, poderá se candidatar pelo AVANTE, mas não desistirá da corrida ao governo. Ele deixará a prefeitura no dia 4 de abril, e sua esposa, Kelen Bocalom, deve concorrer a deputada federal.
É importante esclarecer que o senador Márcio Bittar (PL) nunca declarou apoio aos candidatos Mailza, Alan ou Bocalom. A definição de seu apoio deve ocorrer somente após o dia 10 de março, quando terá os resultados de uma pesquisa que encomendou sobre a corrida para governador e senador. Até lá, tudo é especulação.
A harmonia entre Bocalom e seu vice, Alysson Bestene, é evidente, já que não deixaria a prefeitura nas mãos de um adversário. Alysson é um político de palavra e cumprirá os compromissos assumidos na campanha.
O secretário de Educação, Aberson Carvalho, tem se destacado entre os secretários do governador Gladson Cameli por apresentar pautas positivas e ser habilidoso em formar alianças políticas. Ele é bem visto entre os políticos e pode somar na campanha.
O presidente do PT, vereador André Kamai, ainda nutre esperanças de que Jorge Viana dispute o Senado pela federação PT-PV-PCdoB. Jorge prometeu discutir sua posição durante uma viagem internacional com Lula. Contudo, há uma tendência de que ele não se candidate, na opinião de Kamai.
Entre os candidatos a deputado estadual pela federação PT-PV-PCdoB, estão Edvaldo Magalhães, Márcio Alécio, Thiago Mourão, Cesário Braga, Padre Antônio Menezes e Socorro Rodrigues. Edvaldo pretende rezar uma missa em agradecimento pela construção de mais uma escada para sua reeleição.
A ansiedade dos políticos para que a vice-governadora Mailza Assis assuma compromissos de campanha é compreensível, mas ela só deverá ser cobrada após assumir o governo em 4 de abril.
O governador Gladson Cameli é o único favorito na disputada chapa ao Senado, enquanto os demais candidatos disputam a segunda vaga em um cenário equilibrado. Gladson possui um QI de simpatia com a população que o torna diferenciado nas eleições.
Sérgio Petecão não acredita nas pesquisas eleitorais, argumentando: “Nunca disputei uma eleição em melhores condições do que a que disputo hoje”. Ele está convencido de que será reeleito.
Os prefeitos de Acrelândia, Feijó, Capixaba e Sena Madureira são os únicos que apoiam a candidatura do senador Alan Rick ao governo. Os demais prefeitos estão ao lado da vice-governadora Mailza Assis.
Nos bastidores, há rumores de que Mailza Assis não manterá Pedro Pascoal na Secretaria de Saúde quando assumir o governo. O odontólogo Lúcio Brasil já é mencionado como um possível secretário, dada sua proximidade com Mailza.
Embora o secretário de Saúde, Pedro Pascoal, não seja um político e não tenha resolvido todas as pendências da pasta, sua gestão tem sido considerada boa, com avanços significativos no atendimento à população. No entanto, como o cargo é político, sua permanência depende de Mailza.
A ex-prefeita de Brasiléia, Leila Galvão, condiciona sua entrada em uma chapa para a Câmara Federal ao apoio à candidatura de Mailza Assis ao governo, demonstrando lealdade.
No cenário presidencial, muitos acreditam que tanto Lula quanto Flávio Bolsonaro não beneficiarão o Brasil, e para o bem do país, ambos deveriam se afastar da política para permitir novas lideranças.
Se Tião Bocalom conseguir se filiar ao PSDB, o único deputado do partido, Luiz Gonzaga, não permanecerá. Bocalom teria que começar do zero na montagem de chapas para estadual e federal.
Um ditado japonês diz: “Só quem conhece a si mesmo é capaz de conhecer os outros”.
O desfile da escola de samba de Niterói, com a temática da vida de Lula, foi um fracasso para sua imagem, especialmente nas críticas às famílias tradicionais. Apenas Janja comemorou a apresentação, que pode impactar negativamente as próximas pesquisas.
O aluguel de tendas, a fornecimento de carne para churrascos e a logística para os manifestantes foram financiados por políticos de oposição. Não é crível acreditar que o movimento que fechou a BR-364 em Feijó tenha sido custeado pelos manifestantes.
O presidente do MDB, Vagner Sales, afirma que ainda acredita nas negociações com o governo e que a segunda vaga no Senado será ocupada por Jéssica Sales. Contudo, resta a dúvida: quando isso será oficializado? O tempo passa rapidamente.
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