Conrado Paulino da Rosa

Professor de Direito preso após denúncia de estupro é proibido pela Justiça de expor mensagens de vítimas em rede social

Professor de Direito preso após denúncia de estupro é proibido pela Justiça de expor mensagens de vítimas em rede social

O advogado Conrado Paulino da Rosa, denunciado por crimes sexuais, foi proibido pela Justiça de expor mensagens de vítimas em redes sociais.

Ele foi preso novamente e teve a prisão preventiva mantida, sendo denunciado pelo MP por 12 crimes contra 10 mulheres.

Nesta terça-feira, sua prisão preventiva foi mantida, a denúncia foi aceita pelo Judiciário e ele foi encaminhado para a Penitenciária Estadual de Canoas (Pecan).

A defesa do professor alega inocência e considera a prisão preventiva "baseada em suposições, descontextualizações e erros".

Professor de Direito é preso por suspeita de crimes sexuais no RS

O professor de Direito e advogado Conrado Paulino da Rosa, denunciado pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul por doze crimes contra dez mulheres, foi proibido pela Justiça de usar as redes sociais para expor mensagens das mulheres.

Ele havia sido preso na segunda-feira (2), em Porto Alegre, após a desembargadora Naele Ochoa, da 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do RS, acolher um pedido do MP. Nesta terça, sua prisão preventiva foi mantida e ele foi encaminhado para a Penitenciária Estadual de Canoas (Pecan).

Conrado também estava impedido de frequentar instituições de ensino superior, congressos e simpósios. Outras determinações são retenção do passaporte, recolhimento domiciliar entre 20h e 6h e a proibição de deixar a comarca de Porto Alegre.

Ele lecionava para alunos de graduação e mestrado em direito na FMP, onde também coordenava a pós-graduação em Direito de família e sucessão. Além disso, foi presidente do Instituto Brasileiro de Direito de Família, Seção RS (IBDFAM-RS). Em sua biografia, diz ser autor de 18 obras sobre o assunto.

Porto Alegre, 2 de março de 2026

Professor preso suspeito de estupro e outros crimes se defende: "justiça vai ser feita"

Como pedir ajuda em casos de violência doméstica:

Pelo telefone 190. O serviço funciona 24 horas e atende emergência de risco imediato em todos os municípios.

A Delegacia da Mulher de Porto Alegre está localizada junto ao Palácio da Polícia, no bairro Azenha. As ocorrências também podem ser registradas de forma online em delegaciaonline.rs.gov.br. Os telefones são: (51) 3288-2173; 3288-2327; e 3288-2172. Para emergência, ligue 197. O WhatsApp para contato é (51) 98444-0606.

Pelo número 180, a Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência presta auxílio 24 horas todos os dias. Ainda, é possível denunciar pelo WhatsApp: 55 (51) 984440606.

É possível procurar apoio jurídico e orientações também pela Defensoria Pública (0800-644-5556) e nos Centros de Referência de Atendimento à Mulher.

No estado, uma ferramenta permite que mulheres vítimas de violência doméstica solicitar medidas protetivas pela internet. O serviço está disponível na página da Delegacia Online da Mulher e tem como objetivo ampliar o acesso à proteção e acelerar o processo de encaminhamento ao Judiciário.

Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher

Confira os endereços, telefones e e-mails no RS.

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