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Presidente do PRTB acusa antecessor de fake news em meio a disputa política

Presidente do PRTB acusa antecessor de disseminar fake news

Amauri Pinho reagiu após Leonardo Avalanche afirmar que há um pedido de prisão preventiva contra ele

18/02/2026 às 22:28
atualizado em 18/02/2026 às 23:12

O presidente nacional do PRTB, Amauri Pinho, denunciou seu antecessor, Leonardo Avalanche, por disseminação de fake news na noite desta quarta-feira (18/2). Os dois estão em uma acirrada disputa pelo controle da legenda.

A declaração de Amauri veio após Avalanche divulgar uma nota à imprensa, na qual alegava que o atual presidente enfrentava um pedido de prisão preventiva.

Amauri afirmou que “o Ministério Público Eleitoral se manifestou claramente, indicando que o pedido de prisão preventiva apresentado por Leonardo Alves de Araújo [Leonardo Avalanche] ‘não merece conhecimento’, por falta de legitimidade e suporte jurídico”.

O presidente do PRTB também ressaltou que não existe investigação contra ele relacionada a organização criminosa, que não foram encontrados indícios de coação de testemunhas e que o inquérito prossegue normalmente, “sem qualquer inércia das autoridades”.

Em sua nota, Avalanche afirmou que “está sob análise das autoridades policial e judicial um pedido de prisão preventiva de Antônio Amauri Malaquias de Pinho e Advando Furtado Júnior, no contexto de um inquérito que investiga a suposta atuação de organização criminosa para a tomada fraudulenta de partidos políticos”.

Avalanche acrescentou que o requerimento foi fundamentado em novos elementos obtidos durante a investigação. Segundo ele, Amauri Pinho, por meio de Advando Furtado Júnior, teria “pressionado e ameaçado convencionais para que alterassem seus depoimentos e confirmassem a narrativa fraudulenta”.

O ex-presidente ganhou notoriedade na política nacional em 2024, durante as eleições municipais de São Paulo, ao lançar o empresário Pablo Marçal (PRTB) na corrida pelo Executivo da Capital.

Leonardo deixou a presidência do PRTB em agosto de 2025, após um congresso que destituiu todo o diretório da executiva nacional. Desde então, ele tem buscado retomar a liderança, em uma disputa interna que também envolve questões judiciais.


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