Presidente do Irã diz que vingança é “direito e dever legítimo” do país
Presidente do Irã afirma que vingança é um "direito e dever legítimo"
O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, declarou que o Irã vê a vingança pelos ataques de Israel e dos Estados Unidos como um "direito e dever legítimo".
Em um comunicado divulgado neste domingo, 1º de outubro, pela mídia estatal iraniana, Pezeshkian ressaltou que o Líder Supremo Ali Khamenei foi assassinado “pelas mãos dos vilões mais perversos do mundo”.
“A República Islâmica do Irã considera o derramamento de sangue e a vingança contra os perpetradores e comandantes deste crime histórico como seu dever e direito legítimo, e cumprirá essa grande responsabilidade e esse dever com todas as suas forças”, afirmou o presidente.
Neste mesmo dia, o Irã voltou a realizar ataques em países do Oriente Médio.
Além disso, o país informou à ONU que a alegação dos Estados Unidos sobre defesa não legitima a agressão.
No contexto do conflito, o Aeroporto de Guarulhos registrou 12 voos cancelados.
Pezeshkian também destacou que o assassinato de Khamenei representa uma "declaração de guerra aberta contra os muçulmanos, especialmente os xiitas, em todos os cantos do mundo".
Atualmente, o Irã é majoritariamente xiita, assim como o Iraque, enquanto a maioria dos países do Golfo e o Egito possuem uma população predominantemente muçulmana sunita.
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