Presidente da CPMI do INSS explica o que há de concreto contra Lulinha
CPMI do INSS aborda convocação de Lulinha
O presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou que seria benéfico que Fábio Luis da Silva, conhecido como Lulinha, comparecesse ao colegiado para esclarecer sua suposta ligação com o lobista Careca do INSS.
A CPMI reiniciou suas atividades envolta em polêmicas, principalmente pela insistência em convocar Lulinha para depor. Apesar de uma votação anterior que rejeitou o requerimento por 19 votos a 12 no dia 4 de dezembro, Viana planeja levar a convocação novamente à votação. A investigação aponta para uma possível conexão entre o filho de Lula e o empresário Antônio Camilo Antunes, que teria usado a influência de Lulinha para expandir contratos com o governo, como a tentativa de fornecer canabidiol ao Ministério da Saúde.
Em uma recente entrevista, Lula afirmou ter conversado com seu filho sobre as suspeitas relacionadas a fraudes bilionárias no INSS. O presidente enfatizou a importância da transparência, questionando Lulinha sobre sua inocência e pedindo que se defenda caso haja algo a ser explicado.
Viana reforçou a necessidade de esclarecimentos adicionais e a relevância da presença de Lulinha na CPMI, destacando que sua influência poderia não se restringir apenas à área da saúde. Ele mencionou que o nome de Lulinha aparece repetidamente nos depoimentos de testemunhas à Polícia Federal, indicando que a sua participação poderia ser crucial para os desdobramentos da investigação.
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