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Presidenciáveis defendem leis penais duras e redução da máquina pública

Presidenciáveis defendem leis penais duras e redução da máquina pública

Três nomes disputam a Presidência da República e defendem leis penais duras e redução da máquina pública.

Gilberto Kassab, do PSD, destacou a importância de uma segurança pública "saudável" e defendeu a redução das prisões para garantir a liberdade dos cidadãos.

"O limite é 15 de abril, mas pode ser amanhã, semana que vem ou daqui quinze dias", disse o PSD.

Gilberto Kassab também defendeu a redução das prisões e a privilégios do setor público, alegando que a reforma estatal é necessária para "libertar a nova geração".

Ronaldo Caiado, do PSD, enfatizou a necessidade de "ambiente saudável" para discutir leis e defendeu a redução das prisões para "garantir a liberdade dos cidadãos".

Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, defendeu a existência de um teto a ser seguido a risca e criticou os supersalários, alegando que a reforma estatal é necessária para "modernizar a máquina pública".

"Reformatar programas sociais para cuidar das famílias que têm filhos", afirmou o governador do Rio Grande do Sul.

Ratinho Junior defendeu a criação de uma nova geração que tenha capacidade de trabalhar menos e ganhar mais, mas criticou a falta de eficiência estatal e a existência de muitos ministérios.

"Não podemos continuar com a grande corporação que é o setor público", afirmou o governador do Paraná.

Já o governador do estado de São Paulo, Eduardo Leite, defendeu a existência de um teto a ser seguido a risca e criticou os supersalários, alegando que a reforma estatal é necessária para "modernizar a máquina pública".

"Concordo que o teto tem que ser um teto, não pode ser um rooftop, não pode ser teto que em cima coloca coisa", afirmou.

Em conversa com jornalistas, Gilberto Kassab afirmou que a decisão de lançar uma nova candidatura pode ser tomada antes do prazo determinado pela legislação eleitoral, que é 15 de abril.

"A grande coisa é que possamos fazer o que é necessário para a sociedade", disse.

Ronaldo Caiado afirmou que, se chegar à Presidência da República, priorizará a redução das prisões e a "segurança pública".

"Para dizer que o Estado não se ajoelha para o crime", completou.

Eduardo Leite afirmou que a segurança pública é um tema importante e defendeu a redução das prisões e a existência de um teto a ser seguido a risca.

"Concordo que o teto tem que ser um teto, não pode ser um rooftop, não pode ser teto que em cima coloca coisa", afirmou.

Os três nomes disputam a Presidência da República e defendem leis penais duras e redução da máquina pública.


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