'Pra mim não tinha que ter reeleição', diz governador de Santa Catarina, que tentará novo mandato em outubro
Governo de Santa Catarina defende fim da reeleição
O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, defendeu ontem a rejeição da reeleição, argumentando que não é necessário ou viável para o Executivo estadual. Mello é pré-candidato à reeleição e defende o fim da reeleição no país.
Ele destacou que o modelo de mandatos de 5 anos foi criado para permitir a adaptação do ciclo eleitoral ao novo modelo de mandatos de 5 anos, estabelecido pela PEC. "Eu sou defensor já há muito tempo de que, para mim, não tinha que ter reeleição", disse o governador.
O governador também destacou que o modelo de mandatos de 5 anos foi criado para permitir a renovação dos cargos eletivos, e que não é necessário ter uma eleição para que o Executivo seja reeleito.
Eleições estaduais no Brasil
O debate sobre a reeleição nas eleições estaduais do Brasil está em discussão. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou a PEC que extingue a reeleição para cargos de presidente, governador e prefeito.
A PEC estabelece um mandato único de 5 anos para todos os cargos eletivos, incluindo deputado e senador. O texto foi aprovado de forma simbólica, sem a contagem dos votos. A proposta também estabelece um período de transição de 6 a 5 anos para os prefeitos e vereadores.
Previsões de resultados
A base aliada do governo é contrária à reeleição e já manifestou sua posição em reuniões com senadores. A ministra Gleisi Hoffmann criticou a iniciativa como "oportunista e um retrocesso".
O partido PSD, liderado por Salvino Oliveira, também expressou sua contracionalidade.
A PEC segue agora para o plenário do Senado, onde precisa ser aprovada em dois turnos por, no mínimo, 49 senadores. Depois disso, será encaminhada à Câmara dos Deputados. Ainda não há previsão de quando o texto será apreciado no plenário, mas a expectativa dos defensores do texto é que isso aconteça antes do recesso parlamentar do meio do ano.
Conclusão
O governador de Santa Catarina defendeu o fim da reeleição, argumentando que não é necessário ou viável para o Executivo estadual. A PEC que extingue a reeleição para cargos de presidente, governador e prefeito segue para o plenário do Senado, onde precisa ser aprovada em dois turnos por, no mínimo, 49 senadores. A base aliada do governo é contrária à reeleição, mas a expectativa é que o texto seja apreciado antes do recesso parlamentar do meio do ano.
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