União Brasil

PL fecha aliança com PP/União Brasil e Bittar entra na chapa com Gladson

PL estabelece aliança com PP/União Brasil e Bittar se junta a Gladson

A cúpula nacional do Partido Liberal (PL), sob a liderança de Jair Bolsonaro, Waldemar da Costa Neto, Flávio Bolsonaro e o senador Rogério Marinho, está prestes a formalizar uma aliança política com a Federação Progressista no Acre, que é composta pelo PP e União Brasil.

Com essa aliança, o senador Márcio Bittar fará parte de uma chapa ao lado do governador Gladson Cameli, da vice-governadora Mailza Assis (pré-candidata ao governo) e de um vice indicado pelo MDB.

O prefeito Tião Bocalom, que planeja se transferir para o AVANTE, já foi informado sobre essa movimentação do PL. Apesar da mudança, ele continua a apoiar a possível candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência. A decisão do PL deve ser oficializada em breve.

O governador Gladson Cameli pediu à vice-governadora Mailza Assis que, ao assumir, mantenha a atual equipe das principais secretarias como Saúde, Educação, Segurança, Deracre e Detran.

De acordo com uma fonte próxima ao governador, a equipe, que vem de sucessivas vitórias, não deve ser alterada em um momento tão delicado, próximo a um processo eleitoral desafiador.

Gladson tem suas razões; enfrentar o prefeito Bocalom e o senador Alan Rick (Republicanos) não será uma tarefa fácil.

Informações indicam que no Alto Acre, o governo e o PP podem sofrer perdas entre suas principais lideranças, que devem apoiar Alan Rick.

Nesta eleição, o MDB poderá eleger até três deputados federais e três ou quatro estaduais, retornando ao cenário político após anos de dificuldades.

É crucial que o partido não repita os erros da eleição passada, quando desprezou a aliança com o PP em Cruzeiro do Sul, Rio Branco e Brasiléia.

Atualmente, pelo menos 13 deputados estão em busca de novos partidos que ofereçam uma chance real de reeleição.

Se a situação está complicada para esses políticos, imagine para quem vive em Papoco!

O STF se assemelhava a um santuário, onde os ministros eram considerados intocáveis em sua honestidade.

O escândalo do Banco Master deixou Brasília em ruínas!

O sábio Rei Salomão já dizia: “A soberba precede a ruína e o espírito altivo a queda”.

Até abril, muitos políticos terão que escolher um lado; o desafio será perceber, no meio da campanha, que a escolha foi errada.

O Tribunal de Contas irá fiscalizar as emendas parlamentares dos vereadores direcionadas às associações.

Na verdade, essa é uma das obrigações do TCE e do MP.

Recentemente, a Janja utilizou um avião da FAB para assistir ao ensaio da Unidos de Niterói, que homenageou Lula, mas acabou rebaixada.

Além do erro estratégico, foi uma verdadeira palhaçada!

Pesquisas indicam que a estratégia de vincular Mailza a Gladson está funcionando.

Bocalom anunciou que continuará a apoiar Gladson e Bittar, mesmo que em outro partido.

Alan Rick está articulando estratégias políticas para atrair o PL.

O governo está se organizando para eleger os oito deputados federais necessários.

Duas mulheres, um destino e um campo minado no Senado!

Os compromissos políticos de Mailza Assis Cameli serão cumpridos.

Bittar e Bocalom têm razões distintas em suas posições políticas.

Bocalom enfrenta um dilema sobre permanecer no PL.

Sem Bocalom na disputa, a eleição poderia ser decidida no primeiro turno.

Gladson demonstra que não recuará em sua parceria com Mailza.

O PSD de Petecão planeja candidatura própria à presidência, com um rumo independente no Acre.


← Voltar para as notícias