União Brasil

PL de Flávio confirma aliado de Altineu para o governo do Rio e aliança com PP e União; Castro será candidato ao Senado

PL define candidatos para a eleição no Rio de Janeiro

Em uma reunião realizada em Brasília, o PL confirmou a candidatura de Douglas Ruas ao governo do Rio de Janeiro, com Rogério Lisboa como vice. O encontro, que contou com a presença de Flávio Bolsonaro, Altineu Côrtes e Cláudio Castro, também definiu Castro como candidato ao Senado, o que exigirá sua renúncia ao cargo até abril. Márcio Canella, prefeito de Belford Roxo, será outro candidato ao Senado na chapa do PL.

A decisão foi tomada em uma reunião que incluiu Flávio, Altineu e o governador Cláudio Castro. Após a definição da chapa, Ruas e Lisboa foram convocados para Brasília, onde souberam da formação da aliança. A união dos partidos PL, PP e União Brasil fortalecerá a campanha, especialmente em relação ao número de prefeituras que controlam no estado.

Flávio Bolsonaro destacou a importância de Douglas Ruas como secretário de Cidades, ressaltando seu trabalho na gestão estadual. Ele também enfatizou o apoio político que Ruas possui em São Gonçalo, um dos principais centros eleitorais do estado.

A aliança busca aumentar a competitividade contra Eduardo Paes, que já formou uma chapa com o MDB. A estratégia do PL é posicionar Ruas na cadeira de governador antes da campanha, o que poderia trazer vantagens na eleição.

Outra decisão importante foi a escolha de Márcio Canella para a segunda vaga do Senado. O encontro, que contou com a presença de líderes partidários, foi crucial para garantir a união das siglas em torno do projeto.

Flávio Bolsonaro, que estava em busca de uma alternativa a Ruas até o último momento, enfatizou que a base governista precisa de segurança jurídica antes de decidir quem sucederá Castro no governo. Além disso, a legislação atual prevê que os deputados estaduais escolham um governador interino, o que pode gerar disputas jurídicas.

Douglas Ruas, que é deputado estadual e licenciado para o cargo de secretário, declarou que a segurança pública será um dos focos principais de sua campanha. Ele ressaltou que sua candidatura é fruto de um consenso entre as lideranças partidárias, evitando assim a ideia de candidaturas por estrelismo.

A política do Rio de Janeiro continua a ser dinâmica, e os arranjos podem mudar até o início da campanha.


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