Paulo Figueiredo sai em defesa de Eduardo Bolsonaro e bate-boca com Malafaia nas redes
Paulo Figueiredo defende Eduardo Bolsonaro e discute com Silas Malafaia
A polêmica começou quando o pastor Silas Malafaia insinuou que Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, seria mais útil à pré-campanha presidencial do irmão Flávio "se ficasse calado".
25/02/2026 12h09 Atualizado há um dia
O blogueiro Paulo Figueiredo Filho e o pastor Silas Malafaia se envolveram em uma acalorada discussão nas redes sociais após críticas de Malafaia a Eduardo Bolsonaro. O pastor sugeriu que o ex-deputado contribuiria mais para a candidatura de Flávio Bolsonaro ao silêncio, enquanto Figueiredo saiu em defesa do amigo, acusando o líder religioso de incoerência política. Malafaia retrucou, chamando Figueiredo de "cínico mentiroso" e "filhote da ditadura".
A troca de ofensas teve início quando Malafaia comentou que Eduardo ajudaria mais Flávio se permanecesse em silêncio. O pastor, em entrevista ao Metrópoles, enfatizou que as declarações de Eduardo não eram benéficas:
— "Calado, (Eduardo) vai ajudar muito mais o irmão (Flávio) do que abrindo a boca para falar asneira", afirmou Malafaia.
Em resposta, Figueiredo mencionou que Malafaia havia sido inicialmente contrário à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência, sugerindo que o pastor precisava amadurecer suas ideias.
Malafaia continuou atacando Figueiredo, insinuando que o influenciador tinha relações com o ex-presidente Lula e que suas ações eram prejudiciais ao Brasil. Ele ainda afirmou que Eduardo deveria permanecer calado, fazendo uma referência irônica à sua atuação junto ao governo dos Estados Unidos.
A resposta de Figueiredo foi direta, questionando se o pastor havia sido "hackeado" pelo deputado do PT Lindbergh Farias e compartilhando uma foto antiga de Malafaia ao lado de Lula.
— "Lindbergh hackeou seu X pastor? Tá falando igualzinho a ele", provocou Figueiredo, acrescentando que em breve os dois poderiam se tornar amigos.
Malafaia, por sua vez, reiterou suas ofensas, reafirmando que havia apoiado Lula há 24 anos.
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