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Países cancelam voos ao Oriente Médio após ataques ao Irã

Cancelamentos de Voos ao Oriente Médio Após Ataques ao Irã

Companhias aéreas internacionais comunicaram a suspensão de voos para o Oriente Médio após os recentes ataques dos EUA e de Israel ao Irã, ocorridos na manhã de sábado. Diversos países da região, incluindo o Irã, fecharam total ou parcialmente seu espaço aéreo.

Mapas de voo indicaram que o espaço aéreo sobre o Irã estava praticamente vazio, enquanto Israel confirmou ter atingido alvos no país. Os militares dos EUA também iniciaram uma série de ataques, ao que o Irã respondeu com uma salva de mísseis.

A Lufthansa anunciou o cancelamento de voos de e para Tel Aviv, destacando a segurança de passageiros e tripulação como prioridade.

A British Airways informou a suspensão de voos para Tel Aviv e Bahrein por vários dias e cancelou um voo programado para Amã, na Jordânia.

A Virgin Atlantic cancelou seu voo de Londres Heathrow para Dubai, um destino turístico popular, como medida de precaução, afirmando estar monitorando a situação no Oriente Médio.

A companhia aérea italiana ITA Airways suspendeu voos de e para Tel Aviv e não utilizará o espaço aéreo de Israel, Líbano, Jordânia, Iraque e Irã até 7 de março. Também interrompeu voos para Dubai até 1º de março por razões operacionais.

Companhias como Air France, Turkish Airlines e Air India também anunciaram interrupções nos voos para a região.

A agência de aviação da UE emitiu um alerta de zona de conflito, recomendando a suspensão de voos sobre o Oriente Médio e o Golfo Pérsico até segunda-feira, citando altos riscos no espaço aéreo iraniano e em países vizinhos com bases militares americanas.

O Ministério da Aviação do Egito informou que seu espaço aéreo continua operando normalmente e que os aeroportos do país estão em alerta máximo para receber voos desviados.

Todos os voos dos principais aeroportos de Dubai estão suspensos até novo aviso. O Gabinete de Imprensa de Dubai confirmou que todas as operações no Aeroporto Internacional de Dubai (DXB) e no Aeroporto Internacional Al Maktoum (DWC) estão paralisadas. Passageiros foram orientados a não se dirigir aos aeroportos e a consultar suas companhias aéreas para informações atualizadas.

O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou os ataques em colaboração com Israel, descrevendo a campanha militar como "massiva e contínua". Ele alertou que vidas americanas podem estar em risco e afirmou que o objetivo é "defender o povo americano" das ameaças do governo iraniano. Em um vídeo, Trump prometeu destruir os mísseis iranianos e garantir que o país do Oriente Médio não obtenha armas nucleares.

Um oficial israelense declarou que o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi alvo dos ataques. A informação foi corroborada por duas fontes próximas à operação militar.

Em resposta, o Irã atacou bases americanas localizadas nos Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein e Kuwait, além de alvos na Jordânia e Iraque. Este ataque é considerado sem precedentes na região.

Uma fatalidade foi registrada, com uma pessoa morta por destroços em uma área residencial de Abu Dhabi.


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