Alan Rick

Os deputados que escolherem Alan terão legenda no PSDB

Os deputados estaduais que não possuem legenda e decidirem apoiar a candidatura ao governo do senador Alan Rick (Republicanos) deverão se filiar ao PSDB. Essa decisão se dá em função do esvaziamento do PSDB pelo governo, que se torna uma alternativa para parlamentares sem partido.

Os atuais membros do PSDB que optarem por apoiar Mailza serão redistribuídos entre o MDB e a Federação Progressista, que é composta pelo PP e União Brasil.

Enquanto isso, o Republicanos está exigindo que os deputados eleitos em 2022 deixem a sigla, com o intuito de promover uma reorganização interna. Assim como o PSD, o objetivo é estruturar chapas eleitorais que não incluam parlamentares em exercício.

A razão para que o PSD convide os deputados Eduardo Ribeiro e Pablo a se desligarem até o dia quatro de abril é clara: em 2022, ambos apoiaram a reeleição do governador Gladson Cameli (PROGRESSISTA) em vez do senador Sérgio Petecão.

Deputados estaduais aliados ao governo terão, a princípio, duas opções: integrar o chapão da Federação Progressista ou optar pelo MDB, caso este continue na aliança com o PP após a esperada entrada do PL.

Um dirigente do partido mencionou que o prefeito Bocalom não contará com a legenda do PL para a disputa ao governo. Ele também afirmou que o interesse do PL é manter uma aliança com o governo liderada pelo governador Gladson Cameli e pela vice-governadora Mailza Assis, mantendo os laços estabelecidos nas eleições passadas.

Quando questionado sobre a possibilidade de mudança de opinião do senador Márcio Bittar, a resposta foi direta: “Não depende apenas dele, mas do presidente Bolsonaro; o que o Bolsonaro disser será cumprido à risca”.

A expectativa é de que o prefeito Bocalom se posicione em relação a essa situação até o dia quatro de abril.

Informações provenientes da Secretaria de Saúde indicam que há pessoas buscando a cabeça de Pedro Pascoal em um movimento que não se alinha à ética republicana.

A equipe do prefeito Tião Bocalom acredita que as pesquisas que mostram o crescimento da vice-governadora Mailza Assis Cameli não refletem a realidade.

O trânsito tem sido responsável por um número alarmante de mortes e sequelas graves. Importante ressaltar que a responsabilidade por esses acidentes não recai somente em órgãos como o Detran ou o Rbtrans. A raiz do problema está ligada à ansiedade e à angústia do tempo atual, fatores que levam a comportamentos imprudentes.

Vivemos em uma época em que o bom-senso, anteriormente considerado o guia da humanidade, parece ter se perdido, refletindo diretamente na condução cotidiana das pessoas e nos trágicos resultados nas ruas e estradas.

Reflexões sobre a vida na Pólis.

Astério Moreira é jornalista há 38 anos, colunista político do ac24horas, apresentador do Gazeta Entrevista (TV GAZETA) e do programa A Voz da Cidade (ECOACRE FM), graduado em Ciências Políticas.

O governo do PP/União Brasil e PL deve definir a aliança na próxima semana.

O dia quatro de abril pode marcar o fim das traições políticas.

A candidatura de Bocalom desperta o interesse do PP e do governo.

Kélen Bocalom pode se candidatar a deputada federal.

Duas mulheres, um destino e o campo minado para o Senado.

O PL fecha aliança com PP/União Brasil e Bittar entra na chapa com Gladson.

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Pesquisas indicam que a estratégia de associar Mailza a Gladson está surtindo efeito.

Bocalom afirma que apoiará Gladson e Bittar, mesmo que em outro partido.

A estratégia política de Alan Rick para atrair o PL.

O governo articula esforços para eleger os oito deputados federais.

Gladson reconhece a importância das mulheres ao nomear Temyllis na SEAGRI.


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