Organograma do PCC em 2026: polícia revela estrutura da facção
Nova Cúpula do PCC em 2026: Estrutura e Reorganização
Após uma reorganização interna significativa, o Primeiro Comando da Capital (PCC) apresenta uma nova cúpula composta por 89 líderes distribuídos em 14 sintonias, que atuam em diferentes atividades criminosas.
As sintonias incluem nomes como Sintonia Final, Sintonia Restrita, Sintonia do Progresso e Setor da Padaria, entre outras. Essa estrutura hierárquica assemelha-se à de grandes empresas, refletindo a complexidade e a organização da facção criminosa.
Recentemente, o grupo passou por um expurgo de lideranças que desafiavam o poder do líder Marcos Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola. Atualmente, 52 líderes encontram-se presos, enquanto 36 estão em liberdade. Essas informações foram reveladas em um relatório do Departamento de Inteligência da Polícia Civil de São Paulo (Dipol).
O organograma da polícia destaca os 15 membros da Sintonia Final, que é a instância máxima da facção. Essa elite, liderada por Marcola, é composta por seus aliados mais próximos. Desde 1999, Marcola está preso e, desde 2019, está sob regime de segurança máxima, sendo considerado o líder do PCC desde 2002.
Além da Sintonia Final, existe a Sintonia Restrita, composta por oito membros de confiança que gerenciam missões especiais e atuam como braço direito da cúpula.
O relatório também menciona nomes de associados à facção, como o empresário Mohamed Hussein Mourad, conhecido como Primo, acusado de fraudes bilionárias e foragido desde a operação Carbono Oculto.
A nova estrutura do PCC também inclui a expulsão e a sentença de morte de três antigos membros, considerados traidores. Os indivíduos identificados como Abel Pacheco de Andrade (Vida Loka), Roberto Soriano (Tiriça) e Wanderson Nilton Paula Lima (Andinho) foram alvo da facção após tentarem desafiar Marcola em 2024.
Em meio a essas dinâmicas internas, o PCC continua a se expandir e a consolidar sua presença, enquanto outras facções, como o Comando Vermelho, buscam dominar território no Brasil.
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