Operação contra o Comando Vermelho prende cinco pessoas em SP
Operação contra o Comando Vermelho prende cinco pessoas em SP
Em uma operação deflagrada pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) e pela Delegacia de Investigações Gerais da Polícia Civil em Rio Claro, com apoio da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, foram presas cinco pessoas envolvidas no Comando Vermelho, uma organização criminosa conhecida por seus crimes relacionados ao tráfico de drogas e armas, lavagem de dinheiro e homicídios.
A ação foi realizada em um momento de recrudescimento da criminalidade violenta na região de Rio Claro, segundo a promotoria. Os investigadores acreditam que a movimentação financeira dessa organização criminosa é vultosa, com registros de circulação superiores a R$ 1,19 milhão em menos de um mês.
Os detetives foram desarticular a estrutura logística, financeira e operacional do Comando Vermelho no interior paulista, onde o grupo é acusado de praticar crimes relacionados ao tráfico de drogas e de armas, lavagem de dinheiro e homicídios. Além disso, foram expedidos 19 mandados de prisão preventiva.
A Justiça também expediu 26 mandados de busca e apreensão em diversas cidades de São Paulo e em Minas Gerais. Foi decretado o bloqueio de R$ 33,6 milhões em contas bancárias, além do sequestro de 12 imóveis e 103 veículos.
O objetivo da ação foi desarticular a estrutura logística, financeira e operacional do Comando Vermelho no interior paulista, onde o grupo é acusado de praticar crimes relacionados ao tráfico de drogas e de armas, lavagem de dinheiro e homicídios.
Os investigadores acreditam que a movimentação financeira dessa organização criminosa é vultosa, com registros de circulação superiores a R$ 1,19 milhão em menos de um mês.
A operação recebeu o nome de Linea Rubra (Linha Vermelha) e foi realizada com apoio da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo.
A Justiça também expediu 26 mandados de busca e apreensão em diversas cidades de São Paulo e em Minas Gerais. Foi decretado o bloqueio de R$ 33,6 milhões em contas bancárias, além do sequestro de 12 imóveis e 103 veículos.
A operação foi deflagrada em um momento de recrudescimento da criminalidade violenta na região de Rio Claro, segundo a promotoria. O MP-SP relata o acirramento de disputas territoriais entre o Primeiro Comando da Capital (PCC) e uma organização rival depois que uma nova liderança se aliou ao Comando Vermelho.
As investigações indicaram que o grupo utiliza veículos com fundo falso para o transporte de ilícitos, além de empresas de fachada e laranjas para a lavagem de dinheiro.
Para lavar capitais, eram utilizadas contas de pessoas físicas e jurídicas, como construtoras e consultorias, além de contas de passagem, abertas em nome de terceiros. As transações eram feitas via Pix, TED e depósitos em dinheiro, o que dificulta o rastreamento.
A operação recebeu o nome de Linea Rubra (Linha Vermelha). Segundo o Ministério Público, o nome “representa a imposição de um limite ao avanço do Comando Vermelho no estado de São Paulo”.
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