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Nvidia e OpenAI disparam com novas projeções de receita; veja os destaques da semana

Nvidia e OpenAI apresentam resultados impressionantes; confira os destaques da semana

28/02/2026 07h30
Atualizado há 2 dias

A Nvidia (NVDC34) divulgou mais um trimestre com resultados superando as expectativas, apresentando um crescimento de 3,4% na receita e 5,8% no lucro por ação. A divisão de data centers foi o grande destaque, com um aumento de 75,1% em relação ao ano anterior, totalizando US$ 62,3 bilhões, superando os US$ 60,4 bilhões estimados pelo mercado.

O lucro por ação cresceu 82% na comparação anual, recuperando-se após uma desaceleração no trimestre anterior. Esses números solidificam a posição da empresa na transição global em direção à computação acelerada e à inteligência artificial.

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OpenAI projeta receita de US$ 280 bilhões até 2030

A OpenAI revisou suas estimativas internas, agora prevendo um faturamento superior a US$ 280 bilhões até 2030, um aumento de 25% a 30% em relação a previsões anteriores, conforme reportagem da The Information. A expectativa é que a receita seja equilibrada entre o mercado consumidor e o corporativo.

Desafios na escalabilidade da OpenAI

Apesar das perspectivas otimistas, a empresa enfrenta riscos significativos. Para se consolidar como uma grande companhia de tecnologia, a OpenAI ainda precisa operar com a mentalidade de uma startup, o que limita suas margens de erro. O sucesso depende de um crescimento global excepcional.

XP alerta sobre a importância da diversificação

O time de alocação da XP lançou seu Outlook para 2026, enfatizando que, embora o CDI seja fundamental como um pilar defensivo, depender exclusivamente dele é um erro. Por ser uma taxa instantânea e sujeita a oscilações econômicas, o que é viável hoje pode não garantir poder de compra no futuro.

Os especialistas ressaltam a importância de evitar excessos de concentração e custos de oportunidade. A recomendação é diversificar adequadamente, explorando diferentes classes de ativos enquanto as condições do mercado são favoráveis.

A crescente demanda por terras raras

A demanda global por terras raras está em ascensão, impulsionada pela eletrificação, crescimento das fontes renováveis e evolução da indústria eletrônica. As tensões geopolíticas têm acelerado os esforços para diversificar a cadeia de suprimentos, com o Brasil se destacando como um potencial fornecedor estratégico.

Atualmente, a exposição a esse tema por meio de empresas brasileiras é limitada. Para investidores interessados, a XP sugere os ETFs como uma alternativa viável dentro de uma estratégia cautelosa e diversificada.

TIM (TIMS3) projeta remuneração significativa aos acionistas em 2026

A TIM (TIMS3) apresentou seu plano estratégico focado em eficiência operacional e geração de caixa. O guidance para 2026 prevê uma remuneração ao acionista entre R$ 5,3 bilhões e R$ 5,5 bilhões, resultando em um dividend yield em torno de 8%.

Essa estratégia busca criar valor por meio de ganhos de eficiência, consolidando a operadora como uma das principais pagadoras de dividendos no setor de telecomunicações da B3.

Raízen (RAIZ4) atrai atenção com alta nas taxas de aluguel

As taxas de aluguel das ações da Raízen (RAIZ4) dispararam para 74,4%, um aumento de 36,3 pontos percentuais em apenas duas semanas, conforme dados do XP Short Scout. O short interest também subiu levemente, alcançando 33% do free float, indicando pressão vendedora sobre o ativo.

Outras ações também apresentaram aumento nas taxas de aluguel, incluindo Magazine Luíza (MGLU3) com 22,9% e Assaí (ASAI3) com 7,1%. O monitor também aponta movimentações relevantes em AUAU3, AZZA3, BBAS3, BBSE3, BHIA3, BRKM5, INTB3, PCAR3, SOJA3 e VIVA3.

Enel avalia suas concessões no Brasil

A tensão entre a Enel, governos locais e o governo federal continua a aumentar. A XP analisou os possíveis caminhos para as três concessões de distribuição da empresa no país, mapeando estratégias de permanência ou saída e identificando potenciais candidatos à aquisição.

Esse cenário levanta questões sobre o custo de manter operações sob intenso escrutínio regulatório e político versus o preço de uma eventual retirada do mercado brasileiro.

HSI Malls (HSML11) recebe recomendação de compra da XP

A XP reafirmou a recomendação de compra para o fundo imobiliário HSI Malls (HSML11), destacando sua gestão especializada, participações majoritárias nos empreendimentos e um portfólio consolidado de shoppings.

Os indicadores operacionais permanecem sólidos, e o fundo negocia com desconto em relação aos concorrentes, oferecendo um dividend yield considerado atrativo pelos analistas.


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