Novos cães farejadores reforçam combate ao tráfico em Ipatinga e região
Três cães da raça pastor malinois foram incorporados ao 14º Batalhão da Polícia Militar em Ipatinga, intensificando as ações contra o tráfico de drogas e outros crimes na região do Vale do Aço.
Os animais, nomeados Volvo, Duck e Buck, possuem até 1 ano e 3 meses e chegaram já treinados de um canil em Goiás, com a habilidade de detectar ilícitos. Durante uma recente demonstração, os cães localizaram drogas e uma arma escondida, evidenciando sua eficácia em diferentes ambientes e horários.
Com a adição do trio, o pelotão de faro do batalhão agora conta com sete cães especializados, fortalecendo as operações na área. O capitão Glauberson Crismis destacou que os cães "potencializam tanto as ações repressivas quanto o trabalho preventivo" na região.
Recentemente, o 14º Batalhão apresentou os novos integrantes do pelotão de faro. Conforme a PM, os animais já estão integrados às equipes e atuam diretamente no combate ao tráfico de drogas e outros crimes.
Os cães foram adquiridos prontos para localizar entorpecentes e outros materiais ilícitos. Durante a apresentação em um campo de futebol, eles demonstraram suas habilidades em localizar drogas e uma arma escondida.
O treinamento dos novos integrantes começou ainda na fase de filhotes, em um canil em Goiás, e durou cerca de um ano, com atividades diárias focadas na detecção de substâncias ilícitas. Após chegarem a Minas Gerais, os cães passaram por ajustes para se adaptarem à rotina operacional do batalhão.
Volvo, Duck e Buck são capazes de atuar em qualquer horário, inclusive à noite, em áreas de mata, locais de difícil acesso e residências, além de situações em que drogas estejam enterradas.
Com a chegada dos novos cães, o plantel especializado do 14º Batalhão agora conta com sete farejadores. Um dos animais mais antigos da unidade está em processo de aposentadoria.
O canil atende as nove cidades da área do batalhão e também oferece suporte a outras unidades da região quando necessário. Historicamente, os cães já estiveram envolvidos em importantes apreensões de drogas, e a presença deles fortalece tanto as ações repressivas quanto o trabalho preventivo nas cidades atendidas pela unidade.
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