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Não vou agir politicamente contra ninguém, diz Viana após quebra de sigilo de Lulinha

Viana reafirma postura independente após quebra de sigilo de Lulinha

26/02/2026 14h10

Atualizado 22 minutos atrás

O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), reiterou seu compromisso de conduzir os trabalhos da Comissão de forma independente. A declaração surge após um tumulto entre parlamentares durante a aprovação do requerimento para a quebra do sigilo bancário de Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Só vou colocar em pauta nomes que estejam ligados diretamente à investigação, não vou agir politicamente contra ninguém", afirmou Viana.

As investigações revelam que Lulinha pode ter colaborado com o lobista Antônio Camilo Antunes, conhecido como “careca do INSS”, para facilitar negócios no Ministério da Saúde.

A sessão da CPMI foi marcada por desentendimentos, levando à interrupção dos trabalhos e à suspensão da transmissão pela TV Senado.

O senador ainda celebrou o que considerou uma virada no cenário político contra o governo, que tentava aprovar a investigação de outros nomes sem sucesso.

Hoje nós conseguimos aprovar que a investigação avance. Foi uma vitória dos aposentados, dos pensionistas. O governo queria que todos os nomes fossem votados juntos, mas o resultado foi favorável”, comentou.

Durante a reunião, a ala governista tentou aprovar a votação em bloco, o que permitiria a inclusão de todos os requerimentos simultaneamente, mas não obteve êxito.

Os parlamentares da base governista tentaram incluir na discussão os nomes do ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e do empresário Fabiano Zettel. Eles argumentaram que a CPMI tem sido seletiva, investigando apenas aqueles próximos ao governo e protegendo aliados do ex-presidente.


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