infomoney Mini-índice (WINJ26): risco global e agenda econômica da semana no radar

Mini-índice (WINJ26): risco global e agenda econômica da semana no radar

Mini-índice (WINJ26): risco global e agenda econômica da semana no radar

09/03/2026 06h03

Atualizado 2 horas atrás

O mini-índice (WINJ26), com vencimento em abril, encerrou a última sessão (06/03) em queda de 0,41%, aos 182.055 pontos, mantendo o fluxo vendedor no curto prazo. O dólar recuou, acompanhando o enfraquecimento da moeda norte-americana no exterior e vendas de exportadores no mercado doméstico. Após superar os R$ 5,30 pela manhã, em meio à busca global por proteção diante da guerra no Oriente Médio, a divisa perdeu força ao longo da tarde com desmontagem de posições e realização de lucros. O movimento também refletiu dados mais fracos do mercado de trabalho nos Estados Unidos, que pressionaram o dólar globalmente.

Para os traders de dólar, a última sessão foi marcada por forte volatilidade, com a região de R$ 5,30 funcionando como importante zona de venda. Apesar da queda no dia, o dólar ainda caminha para encerrar a semana com ganhos relevantes, mantendo o mini dólar sensível ao cenário externo e aos próximos indicadores econômicos.

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Análise do gráfico de 15 minutos

No intraday, observo que o mini-índice encerrou a última sessão em movimento negativo, permanecendo abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que reforça o domínio vendedor no curtíssimo prazo.

Para que o contrato dê continuidade ao fluxo de baixa, será necessária a perda da região de suporte em 181.770/181.485 pontos. Abaixo desse patamar, o movimento vendedor pode ganhar intensidade e levar o índice a buscar 180.965/180.345 pontos, com extensão para 179.500/178.900 pontos.

Por outro lado, qualquer tentativa de recuperação dependerá da entrada de fluxo comprador capaz de superar a faixa de resistência em 182.240/182.985 pontos. Caso esse rompimento ocorra, o ativo tende a buscar 183.790/184.200 pontos, com projeção mais longa em 184.660/185.220 pontos.

No gráfico diário, observo a manutenção do fluxo de baixa, com o contrato negociando abaixo das médias móveis, o que reforça o cenário corretivo no curto prazo. Para que o índice retome o movimento de alta, será necessário recuperar a região de resistência em 183.790/189.250 pontos, abrindo espaço para 193.250/197.760 pontos.

Já a continuidade da pressão vendedora dependerá da perda da faixa de 180.965/176.815 pontos, o que pode projetar o índice para 172.940/168.190 pontos. O IFR (14) marca 41,51, em região neutra.

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No gráfico de 60 minutos, o mini-índice negocia abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que mantém o viés baixista no curto prazo.

Para dar sequência ao movimento de baixa, será necessária a perda da região de suporte em 180.965/179.030 pontos. Caso isso ocorra, o contrato pode buscar 176.814/175.000 pontos, com alvos mais longos em 172.940/171.440 pontos.

Rodrigo Paz é analista técnico


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