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Milhões no Irã estão sem internet há mais de 48 horas, diz organização

Milhões no Irã sem internet há mais de 48 horas

O apagão da internet no Irã já ultrapassa as 48 horas, conforme informações da organização de monitoramento cibernético NetBlocks, enquanto a guerra entra em seu terceiro dia.

Cortes no acesso à internet têm sido uma estratégia comum do regime iraniano. Em janeiro, por exemplo, um período de desconexão se estendeu por várias semanas durante os protestos contra o governo.

Equipes da CNN que estão no local relatam que ainda há algum nível de conectividade online, indicando que não se trata de um apagão total, como o ocorrido no mês passado.

Autoridades de Israel afirmam estar mobilizando iranianos para protestar contra o regime.

As últimas informações do Oriente Médio são acompanhadas de perto em meio aos ataques.

A Coreia do Norte declarou que os ataques dos EUA e Israel ao Irã são "ilegais".

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu aniquilar as forças armadas iranianas e destruir seu programa nuclear. Em um vídeo de oito minutos publicado na rede Truth Social, Trump acusou o Irã de rejeitar “todas as oportunidades de renunciar às suas ambições nucleares”, afirmando que os EUA “não aguentam mais”. Israel também anunciou ataques contra o Irã.

Diferentemente do ataque anterior dos EUA e Israel ao Irã, em junho de 2025, os atuais ataques começaram durante o dia, na madrugada deste sábado — o primeiro dia da semana no Irã — enquanto milhões de pessoas se dirigiam ao trabalho ou à escola.

Enquanto os ataques americanos de junho se encerraram em poucas horas, fontes indicam à CNN Internacional que, desta vez, as forças armadas norte-americanas planejam uma ofensiva prolongada.

A CNN Internacional já havia relatado anteriormente sobre a situação, junto a outros líderes importantes.

Fontes do regime iraniano afirmam que Khamenei está vivo, enquanto outras notícias seguem circulando.

Em resposta, o regime iraniano lançou uma onda de ataques sem precedentes em todo o Oriente Médio, com explosões sendo ouvidas em diversos países que abrigam bases militares americanas, incluindo Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.


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