Membros do CRM-PI fazem ato de desagravo após suposta prisão ilegal de médica
Membros do CRM-PI fazem ato de desagravo após suposta prisão ilegal de médica
O Conselho Regional de Medicina do Piauí (CRM-PI) realizou uma sessão de desagravo público após a prisão de uma médica em Paulistana, cidade a cerca de 460 km de Teresina, no estado do Piauí, nesta terça-feira (21).
A prisão ocorrida em 4 de outubro de 2024 foi alegadamente ilegal, de acordo com o CRM-PI. A médica, Larissa Oliveira Almeida Souza, estava de plantão em um hospital que não dispunha de bafômetro ou exame de dosagem alcoólica no sangue, e foi conduzida à delegacia e liberada após pagamento de fiança.
O presidente do CRM-PI, João Moura Fé, informou que a médica foi presa após não conseguir constatar embriaguez de dois motoristas envolvidos em um acidente de trânsito. "A prisão, ocorrida em 4 de outubro de 2024, foi ilegal", disse João Moura Fé.
As autoridades alegam que a médica estava de plantão em um hospital que não dispunha de bafômetro ou exame de dosagem alcoólica no sangue, e que a prisão foi motivada pela falta de equipamentos essenciais para a avaliação da saúde dos pacientes.
O desagravo público foi uma medida adotada pelo CRM-PI para reagir à prisão da médica, que foi conduzida à delegacia e liberada após pagamento de fiança. Um processo criminal foi instaurado contra ela.
Médica em hospital que não dispunha de bafômetro ou exame de dosagem alcoólica no sangue, foi presa após não conseguir constatar embriaguez de envolvidos em acidente.
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