Jaime Bagattoli

Maior crítico da privatização da Hidrovia do Madeira, Jaime Bagattoli comemora a suspensão do decreto

Atualizações em Porto Velho

Porto Velho, 04/03/2026

Fernando Máximo anuncia sua pré-candidatura ao Senado e comenta sobre a disputa interna no Podemos entre Flori e Camargo, além de sua relação com Léo Moraes.

O Brasil enfrenta uma tragédia, com um funcionário da Nova 364, de apenas 32 anos, morrendo em um acidente na BR-364 entre Cacoal e Presidente Médici. Um idoso também não sobreviveu ao incidente.

Ezequiel Neiva prestou homenagem aos 104 anos da Assembleia de Deus com a entrega de um voto de louvor.

O Delegado Camargo denunciou o fechamento de 18 escolas em Rondônia, gerando preocupação na comunidade.

Uma operação no Rio Madeira resultou em ameaças à Polícia Federal e na destruição de 47 dragas.

O TSE definiu o calendário eleitoral e as regras para o uso de IA nas eleições de 2026.

O CNJ afastou um desembargador do TJMT por suspeitas de venda de sentenças e movimentação de R$ 14,6 milhões.

A Deputada Gislaine Lebrinha acompanhou demandas da educação em uma agenda no CPA, em Porto Velho.

O Ministério Público esteve presente em uma visita técnica à nova Unidade Socioeducativa de Internação.

A assistência técnica tem impulsionado a produtividade e fortalecido a cafeicultura no Vale do Guaporé.

Jaime Bagattoli, um dos principais críticos da privatização da Hidrovia do Madeira, celebrou a suspensão do decreto. O senador liderou os esforços para impedir a concessão da hidrovia.

A privatização, uma grande preocupação para a economia de Rondônia, foi suspensa após pressão de diversos setores nos estados afetados. Bagattoli já havia indicado, no final do ano passado, que a Antaq não prosseguiria com os estudos de privatização.

“Em dezembro, afirmei que a concessão da Hidrovia do Rio Madeira estava fora de cogitação. Agora, não apenas ela está suspensa, como também as hidrovias do Tapajós e Tocantins, ambas no Pará. Se avançasse, a privatização traria mais custos aos produtores e ao consumidor final”, declarou.

Durante o último ano, Bagattoli trabalhou em diversas reuniões com a Antaq, a Bancada Federal de Rondônia e representantes do setor produtivo do estado.

“Há dois anos venho alertando sobre as consequências da privatização da hidrovia do Madeira. Muitos portos já são geridos pela iniciativa privada, e não vemos vantagem para exportadores e a população em privatizar uma hidrovia que é a mais consolidada na região Norte. Farei o possível para não impor mais esse custo ao povo de Rondônia”, afirmou o senador anteriormente.


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