Lulinha deve acusar amiga lobista na Farra do INSS
Lulinha pode apontar amiga lobista na investigação do INSS
A defesa de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, planeja atribuir à lobista Roberta Luchsinger a responsabilidade pelo uso indevido de seu nome em negociações com Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.
Além de se dissociar de Luchsinger, a estratégia inclui responsabilizar o sócio Kalil Bittar e a publicitária Danielle Miranda Fonteles. O argumento da defesa é que o nome de Lulinha foi utilizado sem consentimento para facilitar transações.
Roberta Luchsinger foi alvo de um mandado de busca e apreensão desde dezembro de 2025 e mantém uma relação próxima com a família de Lulinha, evidenciada por uma tatuagem de “melhores amigas” que possui com Renata Abreu Moreira, esposa de Fábio Luís.
Luchsinger reside em uma mansão no Lago Sul, anteriormente compartilhada com Lulinha. Após sua mudança para Madri, ela passou a ocupar o imóvel, onde Lulinha teria recebido o Careca do INSS e realizado festas, conforme investigações.
Em uma postagem no Instagram de 30 de março de 2024, Luchsinger celebrou a amizade com a tatuagem, dizendo: “Minha bff e eu eternizadas na pele e no coração! Love u”.
Ela também foi uma das principais doadoras da campanha de Lula em 2022. A Polícia Federal a considera parte do núcleo político da organização criminosa liderada por Camilo Antunes.
O juiz Mendonça autorizou a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico de Lulinha, e a PF identificou mensagens que indicam um repasse de R$ 300 mil à empresa de Luchsinger.
Dois ex-dirigentes do INSS firmaram acordos de delação e mencionaram Lulinha no esquema. A defesa nega qualquer vínculo financeiro, pessoal ou profissional com Virgílio Filho ou André Fidelis.
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