Líder do cartel de Sinaloa morre em confronto com o Exército mexicano
Líder do cartel de Sinaloa é morto em confronto com o Exército mexicano
Jorge Figueroa era alvo da Agência Antidrogas dos EUA por tráfico de fentanil e lavagem de dinheiro.
24/05/2025 16h47 Atualizado há 9 meses
Um importante líder do Cartel de Sinaloa, que tinha recompensa de US$ 1 milhão (aproximadamente R$ 5,69 milhões) pela captura, foi morto em um confronto com o Exército mexicano na sexta-feira. A informação foi divulgada pelas autoridades neste sábado (24).
No estado de Sinaloa, ocorre uma intensa guerra entre facções da organização criminosa, uma das mais influentes do México, resultando em quase 1.200 mortos desde setembro do ano passado.
Jorge Humberto Figueroa, conhecido como "El Perris" ou "27", foi morto durante uma operação das forças federais para sua captura, conforme revelou o secretário de Segurança Pública, Omar García Harfuch, em sua conta na rede social X.
Ele era procurado pela DEA por envolvimento em tráfico de fentanil e lavagem de dinheiro.
Harfuch destacou que Figueroa foi "um dos principais orquestradores das agressões contra as autoridades em 2019 em Culiacán". Ele se referiu ao evento conhecido como "Culiacanzo", ocorrido em 17 de outubro de 2019, quando membros do cartel entraram em confronto com as forças de segurança durante uma tentativa frustrada de prender Ovidio Guzmán, filho do cofundador do cartel, Joaquín "Chapo" Guzmán, que atualmente está preso nos Estados Unidos.
Ovidio foi liberado pelas autoridades mexicanas na ocasião, sob a justificativa de evitar mais violência, porém, foi novamente preso em 2023 e extraditado para os EUA.
A imprensa mexicana reportou que Figueroa Benítez fazia parte da facção dos filhos de "Chapo" Guzmán, que está em conflito com os herdeiros de Ismael "Mayo" Zambada, também preso nos Estados Unidos.
O jornal Reforma informou que Figueroa Benítez atuava como "chefe de segurança" da facção dos filhos de "Chapo", conhecida como "Los Chapitos".
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