Kuwait diz que aviões militares dos EUA caíram; tripulação sobreviveu
O Ministério da Defesa do Kuwait informou que “várias aeronaves militares dos Estados Unidos caíram” nesta segunda-feira, 2 de março, e que “todas as tripulações sobreviveram”.
A declaração ocorreu após a divulgação de vídeos geolocalizados pela CNN, que mostraram um caça caindo e um piloto se ejetando, descendo de paraquedas.
A emissora contatou o Comando Central dos Estados Unidos em busca de um posicionamento oficial.
De acordo com um oficial, militares receberam ordens para deixar a base americana no Catar.
O porta-voz do Ministério da Defesa do Kuwait, coronel Said Al-Atwan, afirmou que “as autoridades competentes iniciaram imediatamente operações de busca e resgate”.
Ele acrescentou que as tripulações foram resgatadas dos locais dos acidentes e levadas a um hospital para avaliação médica, destacando que os envolvidos estão em condição “estável”.
Al-Atwan também mencionou que o Kuwait está em “coordenação direta” com as autoridades dos Estados Unidos.
Vídeos nas redes sociais mostraram a queda das aeronaves, com um usuário do Twitter, identificado como Kuwait Army, confirmando o incidente.
Enquanto isso, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez declarações contundentes sobre o Irã, prometendo destruir suas forças armadas e seu programa nuclear.
Em um vídeo de oito minutos publicado na rede Truth Social, Trump acusou o Irã de ignorar “todas as oportunidades de renunciar às suas ambições nucleares”, afirmando que os EUA “não aguentam mais”. O Israel também anunciou ataques contra o Irã.
Diferentemente de ataques anteriores, como os ocorridos em junho de 2025, os ataques deste fim de semana começaram durante o dia, enquanto muitos iranianos iam trabalhar ou estudar.
Fontes indicaram à CNN Internacional que as forças armadas dos EUA estão planejando uma campanha de ataques que se estenderá por vários dias.
Além disso, fontes do regime iraniano afirmaram que o líder Ali Khamenei está vivo, enquanto o regime respondeu com uma série de ataques sem precedentes em várias partes do Oriente Médio, resultando em explosões em países que hospedam bases militares americanas, incluindo Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.
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