Justiça bate martelo e rejeita queixa-crime do PT contra Jojo Todynho
Justiça decide a favor de Jojo Todynho em ação do PT
A coluna Fábia Oliveira revelou que a Justiça decidiu sobre a ação criminal movida pelo Partido dos Trabalhadores contra Jojo Todynho, favorecendo a influenciadora digital.
Em 16 de fevereiro, o juiz Fernando Augusto Andrade Conceição, da 14ª Vara Criminal da Barra Funda do Tribunal de Justiça de São Paulo, rejeitou a queixa-crime apresentada pelo partido. Inicialmente, o caso foi aberto no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, mas foi transferido devido à falta de competência para julgamento.
O magistrado concluiu que a ação do PT não possuía justa causa, um elemento essencial para que a queixa fosse aceita.
O juiz destacou que Jojo Todynho não atribuiu ao partido a responsabilidade de oferecer dinheiro para que ela promovesse a campanha do então candidato Lula. Fernando Augusto observou que outras pessoas e empresas poderiam ter interesse na divulgação.
Ao rejeitar a queixa, o juiz afirmou que Jojo não apresentou informações que prejudicassem a honra do partido ou a reputação de qualquer indivíduo. Ele ainda mencionou que a contratação de artistas para campanhas eleitorais é uma prática comum e não configura um fato desonroso.
Além disso, o juiz determinou que o Partido dos Trabalhadores arcará com as custas processuais e pagará R$ 10 mil em honorários aos advogados de Jojo. A decisão ainda pode ser contestada.
Vale destacar que a defesa da artista já havia solicitado a rejeição da queixa-crime anteriormente, após as partes não chegarem a um acordo em uma audiência no TJRJ.
O conflito começou em 2023, quando Jojo afirmou, em uma entrevista, que recebeu uma proposta de R$ 1,5 milhão para apoiar a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ela, o contato inicial foi por telefone e formalizado durante um almoço.
Por outro lado, o PT negou as acusações, alegando que as declarações eram falsas e prejudicavam a imagem do partido.
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