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Jatos F-35 serão enviados para reforço dos militares, diz general dos EUA

Em uma coletiva de imprensa realizada nesta segunda-feira (2), o chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, Dan Caine, detalhou as operações militares contra o Irã e anunciou o envio de jatos F-35 para fortalecer as Forças Armadas na região.

Entre os novos recursos destacados, Caine mencionou o uso do Gerald Ford, o maior porta-aviões do mundo, além da mobilização da Guarda Nacional e da Guarda Aérea Nacional, que levarão seus jatos F-35 para a área em questão.

Caine ressaltou que as forças americanas se uniram em um objetivo comum, integrando esforços do Exército, Marinha, Força Aérea e Guarda Costeira em uma operação coordenada com as Forças Armadas israelenses.

"Nossos objetivos militares são claros. Nossa missão é proteger, nos defender e, junto com nossos parceiros regionais, impedir que o Irã tenha a capacidade de projetar seu poder para além de suas fronteiras", afirmou o general.

Ele detalhou que as forças americanas iniciaram ataques por terra, ar e mar para degradar e destruir a capacidade do Irã de realizar operações de combate. "Essa é a culminação de meses de planejamento e detalhamento contra esse alvo, com ataques precisos à infraestrutura militar. Essa operação demonstrou o alcance e o profissionalismo das forças americanas", destacou.

Dan Caine revelou que, nos últimos 30 dias, as forças americanas começaram a reposicionar ativos e tropas na região, seguindo ordens do secretário de guerra para reforçar a dissuasão. "Esses movimentos garantiram que as forças americanas se mantivessem em posição e prontas para responder decisivamente a qualquer ameaça emergente", explicou.

O reforço inclui milhares de membros de todas as áreas das forças armadas, centenas de combatentes, dezenas de tanques e um fluxo constante de munição e recursos, todos com o suporte do Comando e Controle de Inteligência.

"O Almirante Cooper vai receber mais recursos", acrescentou Caine, enfatizando que o aumento das forças demonstra a capacidade do Estado-Maior americano de se adaptar e projetar poder quando necessário para a nação.


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