Irã: pelo menos 40 pessoas morreram em ataque dos EUA que atingiu escola e 45 estão feridas
Irã: Ataque dos EUA resulta em mortes e feridos
O ataque israelense-americano a uma escola de meninas no sul do Irã deixou pelo menos 40 mortos, segundo a agência de notícias estatal IRNA. Além das fatalidades, 45 pessoas ficaram feridas na ação em Minab, localizada na província de Hormozgan. A Guarda Revolucionária do Irã mantém uma base na cidade.
Até o momento, tanto os EUA quanto Israel não forneceram informações adicionais sobre a operação militar realizada neste sábado. O presidente dos EUA, Donald Trump, fez um apelo ao povo iraniano para que “assuma o controle de seu governo”, uma declaração que sugere que os aliados podem estar buscando o fim da teocracia no país após anos de tensões.
O ataque teve repercussão internacional, com a Guarda Revolucionária afirmando ter lançado uma “primeira onda” de drones e mísseis contra Israel, onde um alerta nacional foi emitido, e o exército local se preparou para interceptar os ataques iranianos.
Em resposta, o Bahrein relatou um ataque a seu quartel-general da 5ª Frota da Marinha dos EUA, enquanto testemunhas no Kuwait ouviram sirenes e explosões. No Catar, também foram registradas explosões.
A situação levou o Iraque e os Emirados Árabes Unidos a fecharem seu espaço aéreo, e sirenes foram ativadas na Jordânia. Um ataque na capital dos Emirados resultou na morte de uma pessoa, marcando a primeira fatalidade conhecida no contra-ataque iraniano.
Os houthis do Iémen, apoiados pelo Irã, prometeram retomar os ataques às rotas de navegação do Mar Vermelho e a Israel, de acordo com fontes anônimas.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que a operação conjunta visa “remover uma ameaça existencial” representada pelo Irã, destacando que isso permitiria ao povo iraniano “tomar seu destino em suas próprias mãos”. Os alvos da campanha incluíam instalações militares iranianas e símbolos do governo.
Em retaliação, o Irã intensificou seus ataques contra Israel, levando hospitais israelenses a implementar protocolos de emergência, incluindo a transferência de pacientes para locais subterrâneos.
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