Instituto Kondzilla encerra ano com debate on-line sobre samba, funk e ‘frequência proibida’
Na próxima quinta-feira, dia 18, o Instituto Kondzilla realizará um debate ao vivo focado em música, cultura periférica e política. Este evento marca o fechamento do ciclo de aulas de 2025 da instituição e contará com a participação da deputada estadual Leci Brandão (PCdoB-SP) e do professor Juarez Tadeu de Paula Xavier, da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC) da Universidade Estadual Paulista (Unesp). O tema central da discussão será a intersecção entre samba, funk e os processos de proibição que impactam a cultura nas periferias brasileiras.
A transmissão ocorrerá às 19h30 no canal do YouTube do Instituto Kondzilla. Durante o encontro, será abordado o conceito de “frequência proibida”, que representa como ritmos populares foram historicamente silenciados e estigmatizados.
A conversa entre a deputada e o professor se desdobrará em quatro eixos principais. O primeiro deles, “música como expressão política”, refletirá sobre o papel transformador dos movimentos culturais de base.
O segundo eixo, “proibição do samba e seus impactos históricos”, fará uma comparação com as atuais tentativas de criminalização do funk. O terceiro tema, “cultura periférica e estigma”, discutirá o preconceito que molda narrativas e limita direitos.
Por último, o debate abordará “economia criativa e direitos culturais”, destacando caminhos que possam fortalecer a produção, a circulação e o reconhecimento das expressões artísticas das periferias.
Apoie o jornalismo preto e livre!
A manutenção da redação e a produção de conteúdos dependem do apoio de quem acredita no nosso trabalho. A maior parte da nossa receita vem de financiamento coletivo.
Cada contribuição é fundamental para garantir o pagamento da equipe, financiar coberturas, adquirir novos equipamentos e sonhar com projetos maiores, sempre em busca de um jornalismo de qualidade.
O resultado é um jornalismo preto, livre e de excelência.
Giovanne Ramos
Jornalista multimídia formado pela UNESP, atua com gestão e produção de conteúdos para redes sociais. Enxerga a comunicação como um instrumento emancipatório, quando exercida com responsabilidade, criticidade, paixão e representatividade.
← Voltar para as notícias