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Se Der Medo, Vai Com Medo Mesmo: Mulheres Desafiam Preconceitos Em Posições De Poder E Profissões Historicamente Masculinas No Rio Grande Do Sul

Coordenadora de Obras Regina de Moura Tavares conta como enfrentou desafios na construção civil, onde mulheres precisam ser firmes para impor respeito. A motorista de ônibus Cristiane Silva Cardoso também relata ter enfrentado desconfiança em sua carreira.

Em uma ocasião, Regina tomou uma decisão que marcou sua trajetória. Ela diz que a atitude foi um divisor de águas, e desde então, ela se consolidou em sua profissão. "Não foi fácil. Como mulher, como mãe, eu tinha filhos pequenos. Eu largava meus filhos no colégio e vinha para as obras. Eu puxava tijolo, mexia em betoneira, máquinas pesadas".

A coordenadora de obras Regina de Moura Tavares, que trabalha há cerca de duas décadas na construção civil, precisou ser firme para impor respeito. Ela conta que, ao longo da carreira, lidou com homens que não aceitavam receber ordens de uma mulher. Em uma ocasião, Regina tomou uma decisão que marcou sua trajetória.

Segundo a coordenadora, a atitude foi um divisor de águas. "A partir dali eles começaram a me respeitar", afirma. Hoje, ela diz que a persistência foi fundamental para seguir na profissão. "Tem que ter muita coragem, persistência, força de vontade e não ter medo".

As mulheres que desejam seguir carreira em áreas semelhantes, como a engenheira Giuliana Ferraro, que coordenou as obras de recuperação da ponte sobre o Rio Taquari, na BR-386, após as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul, dizem que a persistência foi fundamental para seguir na profissão.

"O meu dia a dia é no campo mesmo", explica Giuliana. "Mulheres desafiam preconceitos em posições de poder e profissões majoritariamente masculinas no RS".

A engenheira Giuliana Ferraro, da concessionária CCR ViaSul, coordenou as obras de recuperação da ponte sobre o Rio Taquari, na BR-386, após as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul. Ela diz que a persistência foi fundamental para seguir na profissão.

"O meu dia a dia é no campo mesmo", explica Giuliana. "Mulheres desafiam preconceitos em posições de poder e profissões majoritariamente masculinas no RS".

Para Cristiane, a jornada feminina exige mais determinação. "A mulher tem que ter um pouco mais de persistência do que o homem porque tem mais desafio. Mas não é impossível", diz ela.

A presença de mulheres também cresce em áreas técnicas da infraestrutura.

O trabalho de Giuliana Ferraro é garantir que os projetos sejam executados no prazo e com segurança. "O meu dia a dia é no campo mesmo", explica.

Para as mulheres que desejam seguir carreira em áreas semelhantes, Cristiane deixa um recado.

"Mulheres desafiam preconceitos em posições de poder e profissões majoritariamente masculinas no RS".


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