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Datafolha: 46% avaliam que situação econômica do país piorou; para 24%, melhorou
Levantamento interrompe ciclo de melhora registrado no fim de 2025 e mostra avanço do pessimismo com o futuro e com a própria situação financeira. Temor com a alta do desemprego atinge o maior patamar do mandato.
11/03/2026 18h58 Atualizado 11/03/2026
Pesquisa Datafolha aponta que 46% dos brasileiros avaliam que a situação econômica do país piorou nos últimos meses enquanto 24% apontam que melhorou.
Dos entrevistados, 28% afirmam que "ficou como estava".
Segundo o levantamento, divulgado na terça-feira (10) pelo jornal "Folha de S.Paulo", o resultado mostra que a percepção dos brasileiros sobre a economia voltou a se deteriorar em relação a dezembro, subindo de 41% para 46%.
Já quem acha que a economia melhorou caiu de 29% a 24% entre dezembro e março.
O Datafolha ouviu 2004 pessoas de 16 anos ou mais em 137 municípios pelo Brasil entre os dias 3 e 5 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
Pesquisa Datafolha aponta que 46% dos brasileiros avaliam que a situação econômica do país piorou nos últimos meses enquanto 24% apontam que melhorou. Dos entrevistados, 28% afirmam que "ficou como estava".
Segundo o levantamento, divulgado na terça-feira (10) pelo jornal "Folha de S.Paulo", o resultado mostra que a percepção dos brasileiros sobre a economia voltou a se deteriorar em relação a dezembro, subindo de 41% para 46%. Já quem acha que a economia melhorou caiu de 29% a 24% entre dezembro e março.
Piorou: 46% (eram 41% em dezembro);
Ficou como está: 28% (eram 29% em dezembro);
Melhorou: 24% (eram 29% em dezembro);
A reforma do Imposto de Renda ainda não gerou um impacto claro na percepção dos brasileiros sobre as finanças pessoais. Mesmo entre os grupos beneficiados pelas novas regras, o sentimento de melhora não destoa do restante da população.
No grupo com renda de dois a cinco salários mínimos, faixa que inclui os novos isentos, 32% afirmaram ao Datafolha que sua situação melhorou. O índice é próximo aos 28% registrados entre os que ganham até dois mínimos e já não pagavam o imposto anteriormente.
Segundo o instituto, a maior percepção de melhora está na faixa de cinco a dez salários mínimos (35%).
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