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Dino defende STF e diz que Corte "acerta mais do que erra"
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, declarou nesta terça-feira que a Corte "acerta mais do que erra" ao realizar julgamentos que invalidam medidas de transparência e rastreabilidade na execução de emendas parlamentares.
O magistrado citou uma falta de "moderação, prudência e cuidado" nas avaliações sobre o trabalho da Corte, afirmando que a decisão sobre o tema foi um "acerto do Supremo".
A Primeira Turma do tribunal começou a julgar, nesta terça-feira, a ação penal contra deputados acusados de irregularidades na aplicação de recursos de emendas parlamentares.
Segundo a Procuradoria-Geral da República, os parlamentares compunham o "núcleo central" da organização criminosa que atuou nas irregularidades com os recursos públicos.
Segundo o Ministério Público, as provas reunidas envolvem diálogos e documentos apreendidos durante as investigações.
Dino defende atuação do STF e diz que Corte "acerta mais do que erra"
Ministro Flávio Dino defende atuação do STF e diz que Corte "acerta mais do que erra", citando falta de "moderação, prudência e cuidado" nas avaliações sobre o trabalho da Corte.
"O STF é o órgão que tem o poder de julgar ações contra o poder executivo. E é o que estamos fazendo aqui", disse Dino.
"A decisão do STF é um 'acerto' e não pode ser negada", afirmou.
O magistrado destacou que a Corte fez uma análise "objetiva e imparcial" das ações dos deputados, considerando as provas e as circunstâncias.
"A decisão do STF é um 'acerto' e não pode ser negada", disse Dino, que é presidente do colegiado da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal.
Dino também destacou que a Corte fez uma análise "objetiva e imparcial" das ações dos deputados, considerando as provas e as circunstâncias.
"O STF é o órgão que tem o poder de julgar ações contra o poder executivo. E é o que estamos fazendo aqui", disse Dino.
O ministro Flávio Dino defende atuação do STF e diz que Corte "acerta mais do que erra", citando falta de "moderação, prudência e cuidado" nas avaliações sobre o trabalho da Corte.
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