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Plantão judiciário não considerou urgente caso de estupro coletivo

O caso de estupro coletivo envolvendo uma adolescente de 17 anos em Copacabana ocorreu no dia 31 de janeiro. O pedido de prisão dos envolvidos foi feito pela Polícia Civil, mas o plantão judiciário não o considerou urgente, resultando em uma decisão apenas 20 dias após a solicitação.

Quando os mandados de prisão foram finalmente expedidos, os suspeitos não estavam mais nos endereços registrados. O delegado Ângelo Lages, da 12ª DP (Copacabana), informou que as defesas dos suspeitos já tinham acesso ao processo, o que pode ter prejudicado a eficácia da operação.

Atualmente, um dos suspeitos se apresentou às autoridades, enquanto outros três continuam foragidos. Um adolescente também está envolvido no caso, e sua situação está sendo analisada pela Vara da Infância e da Juventude.

Detalhes sobre a investigação

A apreensão de celulares dos suspeitos é considerada crucial para o inquérito. Embora não haja confirmação de que o crime tenha sido filmado, o delegado acredita que é comum haver registros em vídeo em situações semelhantes. Além disso, há indícios de intensa troca de mensagens entre os envolvidos antes e após o crime.

Lages destacou que a dinâmica do caso sugere uma emboscada planejada pelos cinco suspeitos contra a vítima, que deixou claro que não teria contato com outros indivíduos no apartamento.

Próximos passos

As investigações seguem em andamento, e o Portal dos Procurados já divulgou cartazes com os nomes dos quatro jovens acusados de estupro coletivo. A polícia continua em busca dos foragidos, enquanto a comunidade aguarda mais informações sobre o desdobramento do caso.


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