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EUA consomem 'anos' de estoque de munições em menos de duas semanas de guerra contra o Irã, diz jornal do Financial Times

Informação foi revelada pelo Financial Times nesta quinta-feira (12). Casa Branca nega escassez e diz que estoques são suficientes para manter a ofensiva.

12/03/2026 21h03 Atualizado 12/03/2026

Em menos de duas semanas de guerra, os Estados Unidos já teriam consumido “anos” de estoque de munições consideradas críticas contra o Irã, segundo informações reveladas pelo Financial Times nesta quinta-feira (12).

O uso tem causado preocupações de autoridades. Segundo fontes o uso tem aumentado as preocupações com o custo crescente do conflito e com a capacidade dos Estados Unidos de recompor os estoques militares. Por outro lado, declarações contrastam com o discurso oficial da Casa Branca.

De acordo com o jornal, três pessoas familiarizadas com o assunto afirmaram que a rápida redução do estoque inclui mísseis de longo alcance Tomahawk, usados em ataques de precisão.

Uma das fontes ouvidas pelo FT classificou o uso como um “gasto massivo de Tomahawks”. “A Marinha vai sentir o impacto desse gasto por vários anos”, disse.

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Em menos de duas semanas de guerra, os Estados Unidos já teriam consumido “anos” de estoque de munições consideradas críticas contra o Irã, segundo informações reveladas pelo Financial Times nesta quinta-feira (12).

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O uso tem causado preocupações de autoridades. A rápida redução do estoque inclui mísseis de longo alcance Tomahawk, usados em ataques de precisão.

Uma das fontes ouvidas pelo FT classificou o uso como um “gasto massivo de Tomahawks”. “A Marinha vai sentir o impacto desse gasto por vários anos”, disse.

De acordo com o jornal, o uso tem aumentado as preocupações com o custo crescente do conflito e com a capacidade dos Estados Unidos de recompor os estoques militares. Por outro lado, declarações contrastam com o discurso oficial da Casa Branca.

De acordo com o Financial Times, a primeira onda de ataques utilizou armamentos como a bomba planadora AGM-154, cujo preço varia entre US$ 578 mil e US$ 836 mil, segundo o NYT.

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Em uma estimativa anterior, militares de alta patente calcularam que os EUA gastaram US$ 5,6 bilhões (R$ 29,1 bilhões) apenas nos dois primeiros dias de bombardeios.

A primeira onda de ataques utilizou armamentos como a bomba planadora AGM-154, cujo preço varia entre US$ 578 mil e US$ 836 mil, segundo o NYT.

O uso tem aumentado as preocupações com o custo crescente do conflito e com a capacidade dos Estados Unidos de recompor os estoques militares. Por outro lado, declarações contrastam com o discurso oficial da Casa Branca.


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