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Trump reconhece deficiências em armamento avançado, mas garante suprimentos para "guerra contínua"
Em uma publicação na Truth Social, o ex-presidente republicano apontou a escassez de armas de alta qualidade como resultado das doações feitas por Joe Biden a Volodymyr Zelensky, comparando o presidente ucraniano ao famoso empresário P. T. Barnum, conhecido por fundar o circo mais antigo do mundo.
Trump declarou que os EUA "não estão onde gostariam" em termos de armamento de ponta, mas possuem estoques "praticamente ilimitados" de armamentos de médio e médio-alto alcance. Ele responsabilizou Biden pelas doações à Ucrânia.
O presidente também defendeu a ofensiva militar no Irã, considerando-a "a nossa última e melhor chance de eliminar a ameaça do regime iraniano" e prevendo um conflito que pode durar "quatro ou cinco semanas ou mais".
Os objetivos da ofensiva incluem a destruição de mísseis e a desmantelação da Marinha iraniana. Trump enfatizou que não tem interesse em retomar diálogos com Teerã sobre acordos nucleares.
Recentemente, quatro militares dos EUA perderam a vida e 18 ficaram gravemente feridos em ataques iranianos. Trump alertou que uma "grande leva de ataques ao Irã ainda está por vir".
Em uma cerimônia na Casa Branca, Trump reafirmou sua posição sobre o Irã, afirmando que o país tem tentado recuperar seu programa nuclear e expandido rapidamente suas capacidades de mísseis, o que representa uma ameaça significativa para os EUA, suas bases no Oriente Médio e a Europa.
O presidente também se mostrou satisfeito por ter encerrado o "horrível acordo nuclear" estabelecido pelo ex-presidente Barack Obama com o Irã. Ele detalhou que os EUA estão atacando tanto as capacidades de mísseis existentes quanto as futuras produções, tendo já afundado pelo menos dez navios iranianos.
Os objetivos da guerra, segundo Trump, são:
- Garantir que o Irã nunca tenha uma arma nuclear.
- Impedir que o regime iraniano financie grupos terroristas no Oriente Médio.
Trump também mencionou a dificuldade em fechar acordos com o Irã, afirmando que "achamos que tínhamos um acordo, mas eles deram para trás".
Recentemente, ele afirmou à CNN Internacional que uma nova onda de ataques contra o Irã está a caminho.
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