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Netanyahu garante que conflito com o Irã não será prolongado

Em entrevista à Fox News, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, assegurou que a atual situação com o Irã "não será uma guerra sem fim", mas reconheceu que pode se estender por "algum tempo".

O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, também se manifestou a favor da ofensiva, caracterizando-a como "a nossa última e melhor chance de eliminar a ameaça do regime iraniano". Trump indicou que o conflito pode perdurar "quatro ou cinco semanas ou mais", além de alertar que uma "grande leva de ataques ao Irã ainda está por vir", reiterando a falta de disposição dos EUA para dialogar com Teerã.

Até agora, quatro militares norte-americanos perderam a vida e 18 ficaram gravemente feridos em decorrência de ataques retaliatórios iranianos, conforme reportado pelas Forças Armadas dos EUA e pela CNN.

Netanyahu e a continuidade das ações

Nesta segunda-feira (2), Netanyahu ressaltou que, embora as ações contra o Irã possam continuar por um tempo, "não vão durar anos". Ele também comentou sobre o apoio ao Hamas em Gaza, segundo Ami Ayalon.

Em sua primeira declaração pública sobre o conflito, Trump enfatizou que os objetivos da ofensiva incluem destruir mísseis, desmantelar a Marinha iraniana e interromper as "ambições nucleares" do Irã, além de cortar o financiamento de grupos terroristas.

Trump deixou claro que não pretende voltar a dialogar com Teerã, citando a tentativa frustrada de negociações para um acordo de não proliferação.

Objetivos da ofensiva

Durante uma cerimônia de entrega de medalhas de honra a soldados mortos no conflito, Trump afirmou que os EUA estão comprometidos em eliminar as capacidades de mísseis do Irã e que já afundaram pelo menos 10 navios iranianos.

Os principais objetivos da guerra, segundo o presidente, são:

"Garantir que o Irã nunca tenha uma arma nuclear."

"Garantir que o regime do Irã não consiga mais financiar grupos terroristas no Oriente Médio."

Trump concluiu suas declarações ressaltando a frustração com as negociações anteriores, afirmando que "uma hora falamos chega".

A situação permanece tensa, com novos ataques e retaliações ocorrendo na região, impactando diretamente o cenário geopolítico e econômico global.


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